Frases Espirituais
"... Que meus pés vá na direção que minha cabeça escolher. Que minha cabeça faça boas escolhas..."
"Às vezes, a maior vitória está em desistir do desejo de ser, e sim, permitir-se simplesmente ser. É nesse espaço de aceitação que encontramos a verdadeira liberdade e paz interior para florescer, abrindo caminho para uma jornada de autodescoberta e crescimento pessoal."
Dar um passo atrás para permitir que outros tenham a supremacia requer um alto nível de iluminação e evolução espiritual.
O autor de século das fraldes, do centro de luz
é o maior criminoso do século de todos os planos invisíveis da materialização.
Ficar pensando ou ruminando sem sentido na vida é, na verdade, deixar de viver. Racionalização nunca foi sinônimo de meditação.
Meditação é viver e, ao mesmo tempo, contemplar o que a natureza ou a espiritualidade tem a dizer sobre a vida.
"Quem so olhar, não vê;
Quem vê, sente; Quem sente, sabe... sabe mais que oque espera;
Quem espera não procura... se procura e não vê...
é porque só olha"
"O amor incondicional pelo mundo é a força que nos conecta, nos cura e nos lembra que, apesar das diferenças, somos todos parte de um mesmo coração universal."
"Ela sabia do meu bom coração. Poderia
ser traquina, atentada, mas minhas travessuras eram
sadias. A maldade mesmo não morava em mim."
(Maria Antonieta da serra do Ramalho)
" Eu fui crescendo e me sentindo mais sozinha, mas
minhas melhores companhias eram as estrelas. Eu as
tinha todos os dias, isso me fortalecia e me deixava
feliz. "
(Maria Antonieta da serra do Ramalho)
A imaginação cria muitas asas, mas às vezes são
pesadas demais e nos impedem de voar como pode-
ríamos. As minhas me conduziam para tropeçar nas
minhas próprias ideias.
(Maria Antonieta da serra do Ramalho)
... eu ficava deitada no chão a imaginar
a serra do Ramalho. Tantas pedras a cercavam, uma
mata verde em cima, bem no topo daquela imensidão
gigante, e eu a pensar como chegar àquele lugar, per-
to do meu olhar, mas distante de mim.
(Maria Antonieta da serra do Ramalho)
...Passávamos nossas tardes brincando de bonecas
de sabugo de milho ou com as vaquinhas que eram
feitas das cabaças verdes. Eu tinha um curral gigante,
cheio de vacas e me considerava uma fazendeira mui-
to rica.
(Maria Antonieta da serra do Ramalho)
Quando lá chegávamos, ouvíamos o turrado da onça-
-pintada, suçuarana, turrava muito, de longe se ouvia.
Eu tinha tanto medo — meu Deus! Era um terror, mas
tínhamos que enfrentar.
(Maria Antonieta da serra do Ramalho)
E a nossa vida era assim: independentemente de
haver sol, nuvem, chuva, minha mãe sempre fazia
tudo no capricho.
(Maria Antonieta da serra do Ramalho)
