Frases de Escolhas

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Talvez o amor seja uma de nossas escolhas mais arbitrárias: encontramos uma pessoa entre milhões e damos ao acaso o nome de destino.

Há pessoas que defendem suas escolhas com tanta intensidade que parecem mais interessadas em proteger o passado do que em viver o presente.

Por trás da racionalidade com que justificamos nossas escolhas existe uma vontade que frequentemente decide antes que a consciência encontre argumentos para explicar a decisão.

O homem sente-se livre porque percebe suas escolhas, mas frequentemente desconhece as causas profundas que fizeram determinada escolha parecer-lhe desejável.

As pessoas compreendem suas escolhas também através das histórias que contam sobre suas próprias vidas.

Toda liberdade verdadeira exige a coragem de suportar as consequências das próprias escolhas.

A liberdade começa onde termina a necessidade de explicar continuamente nossas escolhas a quem não viverá suas consequências.

Há escolhas que parecem egoístas para quem nunca aprendeu a distinguir egoísmo de autopreservação.

Meiyo – Honra, Glória

As escolhas que você faz e como você trabalha para obtê-las são um reflexo de quem você realmente é.

As pessoas sempre vão falar e criticar as suas escolhas.

⁠O mundo não é colorido sempre, as vezes suas escolhas o tornará cinza e te fará ficar de joelhos ou até jogado ao chão diante das adversidades dessa vida.
O que vai diferenciar você dos outros é a resposta da pergunta... Quanto tempo está disposto a ficar lá?

Quem leva você a um fracasso? Muitas vezes são as suas escolhas. Sem perceber que escolheu. ⁠

Liberdade é ter domínio sobre as escolhas, não ausência de desejos.

Vivemos de escolhas, isso é certo. Se elas, as escolhas, ao longo do tempo, se tornarem boas ou péssimas, foi por escolha nossa.

“Terceirizamos tanto nossas escolhas que algumas pessoas já não vivem: administram expectativas alheias.”

“O futuro não começa amanhã. Ele começa nas escolhas que fazemos antes de amanhã chegar.”

“Somos autores de consequências que somente conheceremos depois que nossas escolhas já tiverem sido escritas.”

A neutralidade jurídica frequentemente esconde escolhas sobre quais valores merecem proteção institucional.

A Constituição econômica transforma determinadas escolhas políticas em compromissos jurídicos duradouros.

Aos pobres restam apenas os livros e as escolhas — e, com sorte, a coragem de usá-los.