Na vida temos o livre-arbítrio de nossas escolhas, que, baseadas no bem, no amor, no ódio, ou, no medo, nos fazem plenamente responsáveis pelas consequências.
É nas cicatrizes que
o amor decide permanecer.
Não para consertar o que foi quebrado, mas para provar
que ainda há beleza no que sobreviveu.
Porque amar é escolher ficar,
mesmo onde a dor já morou.
o amor não combina com indecisão. Amor de verdade é escolha diária, é presença, é paz. Quando alguém diz estar “confuso”, na verdade está sendo injusto com quem o ama — porque quem ama não deixa dúvida, acolhe, explica, cuida.