Acredito que a felicidade é um hábito. Um hábito que se pode adquirir, cultivar e partilhar mas que, como qualquer outro, precisa de condições para se desenvolver, necessita de dedicação e de empenho.
Tal como nada pode roubar à água a sua natureza transparente – porque tudo o que a turva lhe pode ser retirado – nada pode retirar ao espírito a sua natureza cristalina.
É quando pensamos que não temos forças para dar mais um passo que o pensamento dos outros nos dá o alento para nos erguermos e irmos até ao fim. Isto é verdade para um soldado, para um pai de família ou para qualquer pessoa comum, desde que se sinta responsável por alguém.