É uma certeza humana absoluta que ninguém pode conhecer sua própria beleza ou perceber seu próprio valor até que seja refletido no espelho de outro ser humano amoroso e carinhoso.
A beleza de ser flor está justamente em desabrochar entre espinhos e, ainda assim, manter a delicadeza das pétalas e a suavidade da essência do decorrer das estações.
A doce megera de beleza sem igual, é escura como a noite que não tem final. Vazia como as páginas de um caderno em branco, um barco a deriva no meio do oceano. Seu sorriso no retrato mostra o que ela não tinha, esconde a tristeza de uma alma sozinha.