Frases de rock
Mestres da Guerra
Vocês que fabricam as grandes armas
Vocês que fabricam os aviões da morte
Vocês que fabricam todas as bombas
Vocês que se escondem atrás de muros
Vocês que se escondem atrás de mesas
Só quero que saibam
Que posso ver através de suas máscaras
Aquele que não está se ocupando em nascer, está se ocupando em morrer.
Roube um pouco e eles te jogam na cadeia, roube muito e eles te fazem rei.
Sim, e quantas vezes um homem precisará olhar para cima
Antes que ele possa ver o céu?
Sim, e quantas orelhas um homem precisará ter
Antes que ele possa ouvir as pessoas chorar?
Sim, e quantas mortes ele causará até saber
Que pessoas demais morreram?
Nota: Trecho da música "Soprando no vento".
Quantas estradas um homem precisará andar
Antes que possam chamá-lo de homem?
Quantos mares uma pomba branca precisará sobrevoar
Antes que ela possa dormir na areia?
Sim, e quantas balas de canhão precisarão voar
Até serem para sempre banidas?
Nota: Trecho da música "Soprando no vento".
Sinos da Liberdade
Bem depois do pôr do sol, antes do badalar pungente da meia-noite
Nos atiramos pelo umbral da porta em meio a trovões que desabavam
Enquanto os sinos majestosos dos raios lançavam sombras nos sons
Como se fossem os sinos da liberdade cintilando
Eu não me enterrarei debaixo da terra, porque alguém me diz que a morte está chegando.
Acho que as coisas verdadeiramente naturais são os sonhos, os quais a natureza não pode tocar com decadência.
Um grão de ouro é capaz de dourar uma grande superfície, mas não tão grande como um grão de sabedoria.
Desejo tanto ser um bom vizinho quanto um mau súdito.
Dá teu voto inteiro, não uma simples tira de papel, mas toda tua influência.
“Desconheço fato mais encorajador que a habilidade inquestionável do homem para melhorar sua vida através do esforço consciente”.
O erro mais óbvio e geral, para sustentar-se, exige a virtude mais desinteressada.
Simplesmente desejo recusar sujeição ao Estado, afastar-me dele e manter-me à parte de modo efetivo.
Mesmo votar em favor do direito não é fazer coisa alguma por ele.
Ao invés de nobres, tenhamos nobres aldeias de homens. Se for necessário, deixemos de lado aquela ponte sobre o rio, façamos uma pequena volta e lancemos ao menos um arco sobre o abismo escuro da ignorância que nos cerca.
