Frases de rock

Acho que as coisas verdadeiramente naturais são os sonhos, os quais a natureza não pode tocar com decadência.

Bob Dylan
STINE, Peter. The Sixties (1995).

A última bolacha do pacote ñ é a + gostosa: ou ela tá quebrada,esfarelada ou murcha!E no fim do pacote a fome já acabou...

Eu não quero ser a garota que ri mais alto
Ou a garota que nunca quer ficar só
Não quero ficar ligando às quatro horas da manhã
Pois sou a única que nunca está em casa

-Sober-

Deixei que você visse partes de mim que não eram tão bonitas.

Ninguém sabe, apenas eu, que eu choro de vez em quando.

Onde, oh onde, onde foram as pessoas inteligentes?

O amor é entregar a alguém uma arma e deixá-lo apontar para a sua cabeça, acreditando que ele não vai puxar o gatilho.

Temos Que Fazer As Coisas Não Só Pensando Em Hoje Pensando No Amanhã Também...

O mundo muda ele nunca fica no mesmo lugar as pessoas mudam as ruas mudam e a atitude muda.

O nosso amor pode ter nascido no sol, na lua, no mar, ou na mais suave brisa, mas tenho certeza que ele vive e cresce em nós.

Não tomei café da manhã pensando em você, não almocei pensando em você, não jantei pensando em você e não dormi porque estava com fome.

"Se você quiser lutar,
Eu ficarei ao seu lado
No dia que você cair, Eu estarei bem atrás de você"

Um grão de ouro é capaz de dourar uma grande superfície, mas não tão grande como um grão de sabedoria.

Rather than love, than money, than fame, give me truth.

Desejo tanto ser um bom vizinho quanto um mau súdito.

Henry David Thoreau
A desobediência civil. Porto Alegre: L&PM, 1997.

Dá teu voto inteiro, não uma simples tira de papel, mas toda tua influência.

Henry David Thoreau
A desobediência civil. Porto Alegre: L&PM, 1997.

“Desconheço fato mais encorajador que a habilidade inquestionável do homem para melhorar sua vida através do esforço consciente”.

O erro mais óbvio e geral, para sustentar-se, exige a virtude mais desinteressada.

Henry David Thoreau
A desobediência civil. Porto Alegre: L&PM, 1997.

Simplesmente desejo recusar sujeição ao Estado, afastar-me dele e manter-me à parte de modo efetivo.

Henry David Thoreau
A desobediência civil. Porto Alegre: L&PM, 1997.

Mesmo votar em favor do direito não é fazer coisa alguma por ele.

Henry David Thoreau
A desobediência civil. Porto Alegre: L&PM, 1997.