Frases de rock

Você é quem manda no meu coração
Você é que acende o fogo da paixão,
Quem é que dá show na hora de amar,
Quem sabe fazer meu corpo delirar
Você põe verdade na minha ilusão
É minha loucura é minha tentação
Você dá um show na hora do prazer
Por isso é que eu nunca vou deixar você

Inserida por GaabrielCarvalho

Minha juventude rebelde faz parte da minha agenda de erros procurando pelo show que nunca teve foco;
O brilho que nunca fora do meu entender fora também das palavras poéticas inspirada por outro de qual quer lugar;
Mas com tudo isso! Não me faço tão idiota pelo que pensam, não espero que me venham com meia dúzia de besteira;

Inserida por JULIOAUKAY

Palmas para eles, digam hey, digam how,
+ 22 personagens pro Chico Anísio Show.
Mensalão: Supremo condena 12 réus ligados a partidos da base por compra de apoio “Dos 37 acusados do processo do mensalão, 22 já foram condenados. Para ministros, está comprovado que houve corrupção no Congresso.” (02/10/12)

Inserida por salvadorbrenon

⁠Do cristianismo só gosto do vinho, dos feriados e dos pecados. Examinei todas as superstições conhecidas do mundo são todos baseadas em fábulas e mitologia e não encontro na superstição do cristianismo uma característica redentora, ou uma revelação. A decisão cristã de considerar o mundo feio e mau, tem feito do mundo feio e mau.

Se a sua moralidade só se mantém quando há câmeras, registros ou risco de exposição, ela não é virtude, mas conformismo social bem disfarçado. A ética genuína não depende de vigilância total nem de anonimato: ela se sustenta porque pode ser racionalmente defendida em público, mesmo quando ninguém está olhando.

A maior fronteira epistemológica não está no espaço sideral, mas na interface entre o que somos e os limites neuroquímicos que moldam aquilo que podemos sentir e compreender. Testar esses limites, ampliá-los, contorná-los ou torná-los conscientes é um dos desafios centrais da filosofia do ser na era tecnológica.

Os povos africanos não foram figurantes da história: estiveram entre seus primeiros protagonistas. O Egito já dominava matemática, astronomia e engenharia, e o Mali abrigava centros intelectuais vibrantes, enquanto grande parte da Europa ainda engatinhava em formas fragmentadas de organização política e cultural.

É fascinante observar a encenação teatral de dezembro: 364 dias de egoísmo e indiferença devidamente mascarados por uma ceia forçada, onde o "espírito natalino" serve apenas como lubrificante social para que hipócritas consigam suportar a própria presença mútua sem se matarem antes da sobremesa.

O Natal não é sobre luz ou esperança; é o inventário anual da falência moral. É o momento em que a sociedade confunde o vazio existencial com o vazio debaixo da árvore, tentando preencher com compras e excessos o buraco deixado por uma vida que, no fundo, não tem propósito algum além do consumo.

A ética não desceu do céu. Moral é uma construção humana, feita por humanos, para humanos. Todos os livros “sagrados” foram escritos por mãos humanas; deuses não escrevem, não publicam e nunca redigiram uma única linha sobre valores humanos. A moral é nossa responsabilidade, não um ditado divino.

A rigidez cognitiva do conservadorismo é o museu onde a inteligência vai para morrer; enquanto a ciência, a arte e a filosofia exigem a destruição das tradições para existir, o conservador permanece estático, incapaz de processar qualquer ideia que não tenha sido mastigada há dois séculos.

Se amar o próximo define o verdadeiro cristianismo, as igrejas atuais não passam do maior esquema de recrutamento para o inferno já inventado! Mas fiquem tranquilos: padres e pastores terão o privilégio da primeira fila, já que passaram a vida enriquecendo através da miséria alheia e vomitando ódio ao próximo!

Sou contra a psicopatia, por isso jamais adoraria um deus que resolveu matar a humanidade cometendo genocídio por afogamento, que testou a obediência exigindo que um pai sacrificasse o próprio filho, que podia simplesmente perdoar pecados mas preferiu um ritual de tortura e execução pública, e que transformou sofrimento humano em método pedagógico.

Eu rio bastante quando um cristão tenta me ameaçar com deus ou com o diabo: epistemicamente, o cristianismo tem a mesma credibilidade que fadas, papai noel e o coelho da páscoa... E nada é mais engraçado do que ver o cristão quebrar sua própria fé ao usar o nome de deus para julgar aquilo que, segundo ele mesmo, só deus poderia julgar.

Você estranhamente espera que eu leve a sério a ideia de que você conversa telepaticamente com um espírito invisível judeu para ser salvo de uma maldição herdada porque uma mulher feita duma costela convenceu um homem de barro a comer uma fruta encantada depois de ser enganada por uma cobra falante… E ainda fica surpreso por eu ser ateu?

A possibilidade não possui estatuto ontológico: é apenas uma abstração conceitual. A existência pertence exclusivamente à única estrutura matemática efetivamente instanciada que chamamos de realidade. Tudo o que é real é material, e tudo o que é material é a própria matemática em ato.

O conceito de “criador” torna-se vazio se não for um deus pessoal que se manifesta por milagres. Se a ciência materialista explicar integralmente o funcionamento do universo, sua existência poderá ser declarada praticamente irrelevante; assim, mesmo que haja um criador, um deus pessoal pode simplesmente não existir!

Quando o crente declara que o ateu só é coerente quando está calado, isso não é argumento, mas uma tentativa de coerção psicológica por meio da raiva. A religião é uma ideologia política, o ateísmo também é uma ideologia política; portanto, ambos têm o direito de discutir e se expressar.

Se deus só conhece e opera o que é logicamente possível, então sua onisciência é condicionada pela lógica. O que é condicionado não é absoluto nem infinito. Logo, deus não é ontologicamente último. Portanto, a lógica não deriva de deus, então deus deriva da lógica ou de algo anterior a ela.

Sigo o modelo que minha própria mente construiu. Não deposito fé em humanos, nem em livros. Sou a fonte suprema de conhecimento. O agente epistêmico perfeito questiona ciência, filosofia e história, testando seu próprio modelo contra o mundo, mesmo quando entra em conflito com o conhecimento aceito.