Frases de Meninas Más
A vida que vem depois que morremos, não se manifesta antes que os nossos olhos se fechem, mas, imaginamos tudo o que nos tornaremos, quando não mais estivermos perto do nosso corpo mortal.
Sem receio o povo chora em busca de pão para os seus filhos, mas, a sua ignorância, os inibi de pressionar quem os governa de garantir dias melhores para os seus filhos sofredores.
O amor é um tiro dado por uma arma sem munições, mas, que perfura com intensidade o peito de quem é alvo desse tiro.
Pensamos em resolver os problemas do povo, mas, burocratizamos tanto o tempo, que os problemas deste se agudizam e acabamos por nada fazer para que o povo conheça a prosperidade.
Somos responsáveis pelo mundo, mas, não queremos nos responsabilizar pelas mudanças que impomos ao universo, quando nós nem sequer aceitamos alterar alguns dos nossos comportamentos na terra.
Não é triste viver amando alguém, mas, é triste amar e importar-se com alguém que nem sequer te considera ou é grata por aquilo que fazes por ela/e.
Os nossos olhos nos tornam escravos das nossas atitudes, mas, nem sempre nos mostram o caminho certo de que devemos seguir para alcançarmos a felicidade.
Acordo no peito da tempestade, como um furacão enamorado com o amor, mas, ao envolver-me com a musa de todas as deusas me deixo embalar para sempre no amor que me acolhe quando a vida passa pelo tempo que não nos espera.
Governar em tempos de paz é a melhor maneira de mostrarmos o que valemos enquanto políticos, mas, governar sobre pressão de uma pandemia global, cujas as estratégias para derrotar o inimigo se tornam incipientes, é pior que gerir os anseios do povo em tempos de guerra.
Certamente que pretendemos trabalhar para ganhar um bom ordenado, mas, se a nossa irresponsabilidade e falta de empenho forem incompatíveis com que ganhamos ou pretendemos ganhar, a partida podemos ser considerados indivíduos racionalmente insensatos.
Sobre o nosso sucesso, está escondido o medo do que não queremos perder, mas, na ânsia de buscarmos a prosperidade deixamos o tempo levar a brisa que um amenizou a intensidade do calor que aqueceu o nosso coração.
Nascemos para encontrar a nossa liberdade espiritual, mas, depois que nos envolvemos com o mundo material, deixamos de parte a convicção de continuarmos a caminhada em busca de satisfação imaterial e nos tornamos em instrumentos atípicos do mundo.
Temos pressa de alcançar o normal para as nossas vidas, mas, não conseguimos perceber que a nossa vida nunca teve de facto um normal e, que nós e as nossas escolhas diárias é quem tornamos o nosso viver como sendo normal ou anormal aos olhos de quem nos contempla.
Somos donos da nossa própria vida enquanto detemos a possibilidade de respiramos, mas, a vida nunca nos pertencerá em pleno.
Já rasguei páginas inteiras de varios livros escritos sobre o meu coração, mas, nenhuma das páginas reescritas de muitos livros da vida, traduziram o sentido real do amor.
Se invadir o teu corpo em nome do amor, deixai-me ser o teu inquilino, mas, nunca me tornes o proprietário dos compartimentos da tua paixão, para que, em dias de desalentos, possa seguir um caminho que nos torne felizes.
Um resto de mim, existe pensando no que seria viver sem a minha alma, mas, uma parte do ser que habita dentro do meu ser carnal, coexiste precionado e ambicionando ter um castelo de amor, que compense o meu desejo, emanado do prazer celestial
Recorremos a nossa mente para gravarmos todos os momentos que a vida nos permite viver, mas, num ápice descobrimos que somos apenas meras vaidades andantes.
Não temos certeza que o amanhã chegará, mas, realizamos actos que tendem a nos levar para um futuro incerto, mesmo quando os motivos para traçarmos o novo tempo não são tão óbvios, nem concretos quanto podiam ser.
Muitos degraus ser-nos-a posto pela frente pela vida, mas, poucos passos saberemos dar para atingirmos o cume da nossa prosperidade, pois, alguns figurantes da vida se irão passar por amigos, para nos destruir, mesmo que não haja um motivo aparente.
