Frases de memória

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Perdoar é escolher a leveza, mesmo quando a memória pesa.

“Sou feita de névoa e memória — existo mais no sentir do que no mundo.” JULIANA HOFFMANN LISKA

Eu sou a Força que, após resgatar a fé e a memória em pequenos reencontros, agora se concentra em proteger a única joia que me resta: a minha paz

A memória é uma arte que nunca se acabará.



"Tem gente que passa pela gente como num flash, deixando um rastro de luz em nossa memória"
Haredita Angel
08.06.15

A gente tropeça com tanta gente nas ruas da vida.
Algumas a gente guarda na memória, com outras a gente faz história.
Algumas são momentos, outras são eternas.
Algumas ficam na terra, outras a gente leva para o céu!
Haredita Angel
07.-09.25

Tenho me sentido mais leve desde que esvaziei as gavetas do coração que estavam cheias de memórias desnecessárias.

⁠A escuridão que carregamos em vida se dissolve quando percebemos que, na memória dos outros, somos a luz que nunca se apaga

Em memória de Genasio


Choroso Tipi amanheceu,
O Cariri emudeceu,
O forró ficou sem o som,
Ele foi tocar no céu,
Genasio do acordeon.


Benê Morais

Memória do Holocausto


1941- 1945
Seis milhões.


Cinzas,
Silêncio,
Memória.


Resistência.


Benê Morais

O passado só tem poder sobre você se a sua memória for mais forte do que a sua vontade de seguir em frente.

O tempo não apaga a memória, mas ensina a conviver com a ausência sem perder a urgência do presente.

A saudade é a prova de que o tempo anda para trás, ao menos na memória.

A memória é uma casa de quartos trancados. Algumas portas abrem sozinhas, outras precisam de força. Quando entro, encontro ossos de riso e móveis de abandono. Arrumo o que posso e não tento ajeitar o impossível. Viver é aprender a escolher quais cômodos habitar.

A paciência é a alquimia que transforma perda em memória. Sem ela, o luto explode em rancor e fome. Com ela, o passado vira lembrança comestível. Aprendo a cozinhar memórias, a temperar saudade com graça. E então o que restou alimenta, em vez de matar.

A gratidão não é um suspiro leve, mas a memória em carne viva do coração que se recusa a esquecer o dom, ela transmuta o fardo brutal da obrigação na epifania silenciosa de uma bênção.

A memória é uma artesã cruel: trabalha em silêncio, mas deixa marcas profundas. Às vezes lapida, às vezes corrói. Mas jamais deixa de atuar sobre o que somos. E reconhecer isso é aceitar que crescer dói e sempre doerá.

O corpo tem memória de batalhas que a mente quer esquecer. Há dias em que ele se recusa a colaborar, cobra presença no presente. Quando obedece, eu celebro em silêncio, quando nega, aprendo a negociar, ofereço chá, música, paciência, pequenos tratados de trégua.

Há palavras que se escondem no bolso justo da memória. Aparecem só quando o corpo precisa de consolo. Algumas são duras, outras acariciam a garganta. Se pudesse, as colocaria em moldura e as olharia todas as manhãs. Seria um museu íntimo de pequenas verdades.

A memória é pássaro que pousa em qualquer janela. Quando pousa, canta e revela céu. Algumas músicas me levam a lugares que nem sei nomear. Elas nascem de saudade e terminam em consolo. E eu as coleciono como quem junta estrelas.