Frases de lembranças que celebram momentos inesquecíveis

Que máquinas, livros ou anotações jamais esqueçam de minhas memórias, pois, o homem não é capaz de lembrar de si mesmo.

Memórias bonitas são tesouros silenciosos; tudo o que não toca o coração se desfaz pelo caminho.”

O tempo deleta tudo, mas salva as memórias.

(Georgeana Alves)

Todos os dias da nossa vida,são as boas memórias, a verdadeira riqueza do nosso coração

Mais valioso que bens materiais é o legado de boas memórias que deixamos nas pessoas.

... profunda
desolação é não criar raízes,
afetos e memórias; essas providentes
nervuras próprias do espírito, sempre
cabíveis, sempre necessárias;
propiciando cor e sentido
ao nosso estimado
destino!

ÉS ESSÊNCIA DIVINA


Preencha o vazio com memórias internas. Abrace a fé, a determinação e a resiliência. Você merece ser luz; não deixe que sombra alguma ofusque sua essência. És único e especial no instante em que Deus soprou a vida que hoje habita em ti.
Lu Lena

Infância
foi o tempo em que te amei sem saber o nome do amor.


Memórias
hoje me visitam à noite, como fotos que o coração insiste em guardar.


Última
carta escrevo com a mão trêmula de quem ainda sente.


Infelizmente,
o adeus chegou antes do esquecimento.

O tempo devora momentos como um predador insaciável, deixando esqueletos de memórias que rangem nos ventos do esquecimento eterno.

Há perfumes que lembram memórias antigas, segue-os, eles te levam ao essencial.

Navego por memórias como quem planta faróis no nevoeiro.

Tudo que reluz aqui é poeira de memórias que queimaram.

À noite, minhas memórias tramam silenciosamente contra mim.

Carrego memórias que pesam, mas não deixo que elas me afundem, uso-as como âncoras de sabedoria, não me prendem, me firmam.

O passado bate à porta às vezes, mas hoje eu só abro se for para aprender, memórias não me prendem mais, elas me guiam, com cuidado, mas guiam.

Nada pesa mais do que aquilo que tentamos esquecer. A tentativa de apagar memórias as torna ainda mais nítidas, como fotos que queimam, mas não desaparecem. E cedo ou tarde, precisamos olhar para o que evitamos. Só assim o passado deixa de nos perseguir.

Carrego memórias como quem carrega pedras: pesadas, quentes, íntimas. Elas queimam a palma da mão, marcam o caminho do corpo. Mas cada pedra também inventa um mapa, quem eu sou, onde caí, e como ainda consigo ficar de pé com tanta terra no sapato.

As memórias afetivas se escondem em objetos sem nome. Um copo, uma folha, um bilhete rasgado. Eu os encontro e reconheço, aqui vivi. Eles não falam alto, apenas lembram com calma. E eu, como bom ouvinte, aprendo.

Memórias são invasoras, quebram as janelas do presente sem pedir licença e deixam o chão estilhaçado antes de partirem.

Há memórias que são feridas abertas, sangram sem aviso, ignoram o tempo e nos lembram que o passado nunca dorme.