Frases de Jorge Amado

Cerca de 57 frases de Jorge Amado
Jorge Leal Amado de Faria (1912-2001) foi um escritor brasileiro traduzido para diversos idiomas. Marcou a literatura ao dar protagonismo às classes marginalizadas, e foi um dos autores mais adaptados para o cinema e a televisão. Alguns de seus livros de maior destaque são "Capitães da areia" (1937), "Gabriela, cravo e canela" (1958) e "Dona Flor e seus dois maridos" (1966).

⁠Por fora água parada, por dentro uma fogueira acesa.

Jorge Amado
Dona Flor e seus dois maridos.

Não possuímos direito maior e mais inalienável do que o direito ao sonho. O único que nenhum ditador pode reduzir ou exterminar.

Jorge Amado
O menino grapiúna

Milagre de amor não tem explicação, não necessita.

Jorge Amado
A bola e o goleiro

O fato de não se compreender ou explicar uma coisa não acaba com ela. Nada sei das estrelas, mas as vejo no céu, são a beleza da noite.

Jorge Amado
Gabriela, cravo e canela. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

O amor não se prova, nem se mede. (...) Existe, isso basta.

Jorge Amado
Gabriela, cravo e canela. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

Temos olhos de ver e olhos de não ver, depende do estado do coração de cada um.

Jorge Amado
O gato malhado e a andorinha Sinhá: uma história de amor. Rio de Janeiro: Record, 1976.

A solução dos problemas humanos terá que contar com a literatura, a musica, a pintura, enfim com as artes.
O homem necessita de beleza como necessita de pão e de liberdade. As artes existirão enquanto o homem existir sobre a face da terra. A literatura sera sempre uma arma do homem em sua caminhada pela terra, em sua busca de felicidade.

Que culpa eles têm? (...) Quem cuida deles? Quem os ensina? Quem os ajuda? Que carinho eles têm? (...) Roubam para comer porque todos estes ricos que têm para botar fora, para dar para as igrejas, não se lembram que existem crianças com fome...

Jorge Amado
Capitães da areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

Para que explicar? Nada desejo explicar. Explicar é limitar. É impossível limitar Gabriela, dissecar sua alma.

Jorge Amado
Gabriela, cravo e canela. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

Agora sabe que ela brilhará para ele entre mil estrelas no céu sem igual da cidade negra.

Jorge Amado
Capitães da areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

⁠Pobres dos escritores que não se derem conta disso: escrever é transmitir vida, emoção, o que conheço e sei, minha experiência e forma de ver a vida.

Jorge Amado
O Estado de S. Paulo, 31 mar. 1995.
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⁠Sou filho da cultura popular da Bahia e da cultura francesa. Esta é uma das minhas misturas.

Jorge Amado
Jornal do Brasil, 22 dez. 1992.
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⁠No amor não sou profano, aí não. Sou sectário.

Jorge Amado
Lispector, Clarice. Clarice Lispector entrevista: Grandes personalidades entrevistadas por Clarice Lispector. Rio de Janeiro: Rocco, 2024.

Nota: Entrevista publicada na revista Manchete, em 14 de junho de 1969.

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⁠Acho que você não deve fazer nada que não o divirta, lhe dê prazer. Também não deve exercer um ofício, uma profissão para a qual é incompetente.

Jorge Amado
Jornal da Tarde, 16 jan. 1988.
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⁠A juventude é um bem imenso que você não prolonga. A juventude se acaba, nem que você queira iludir-se com esse negócio de jovem de espírito. Jovem é jovem, ponto final.

Jorge Amado
Jornal da Tarde, 16 jan. 1988.
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⁠Eu sou incapaz de fazer duas coisas ao mesmo tempo. Além de gostar de uma mulher e escrever, uma terceira coisa eu não consigo, não consegui nunca em minha vida.

Jorge Amado
Folha de S.Paulo, 6 jul. 1991.
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⁠Não escrevi meu primeiro livro pensando em ficar famoso. Escrevi pela necessidade de expressar o que sentia.

Jorge Amado
Jornal do Brasil, 30 jun. 1997.
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⁠A vida me deu mais do que pedi e mereci. Não me falta nada.

Jorge Amado
O Estado de S. Paulo, 18 ago. 1996.
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⁠Na Europa, chamam-me de mestre, mas é caminhando pelas ruas de Salvador que eu me sinto à vontade.

Jorge Amado
Folha de S.Paulo, 5 ago. 1992.
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⁠Nunca tivera uma alegria de criança. Se fizera homem antes dos dez anos para lutar pela mais miserável das vidas: a vida de criança abandonada.

Jorge Amado
Capitães da areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
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