Frases de Filósofos Contemporâneos
Uma nova verdade científica não triunfa porque os que se opunham a ela veem a luz e saem convencidos, mas porque eles acabam morrendo e surge uma nova geração mais familiarizada com ela.
Como atividade que resolve quebra-cabeças, a ciência normal não visa novidades do fato ou de teoria e, quando bem sucedida, não as encontra.
Em condições normais, o cientista não é um inovador, mas um solucionador de quebra-cabeças, e os quebra-cabeças sobre os quais ele se concentra são apenas aqueles que ele acredita que podem ser definidos e resolvidos dentro da tradição científica existente.
“Um país que publica as obras completas de Antonio Gramsci, Carl Gustav Jung ou Simone de Beauvoir antes de possuir sequer uma tradução integral de Platão e Aristóteles, é que aposta muito mais na superfície do dia do que nas correntes profundas da História”.
✍️Como diria a maior das feministas, Simone de Beauvoir; querido se você tiver dinheiro pode ficar aqui, se não tiver fique na casa de sua mãe.✍️
A disciplina é um princípio de controle da produção do discurso. Ela lhe fixa os limites pelo jogo de uma identidade que tem a forma de uma reatualização permanente das regras.
A liberdade de consciência traz mais perigos do que a autoridade e o despotismo.
Ao invés de tomar a palavra, gostaria de ser envolvido por ela e levado bem além de todo começo possível.
Quanto à sua função, o poder de punir não é essencialmente diferente do de curar ou educar.
Em nossos dias, mais que a ausência ou a morte de Deus, é proclamado o fim do homem.
(Dilemas de época)
Gostaria de ter atrás de mim uma voz que dissesse: «É preciso continuar, eu não posso continuar, é preciso continuar, é preciso pronunciar palavras enquanto as há, é preciso dizê-las até que elas me encontrem.»
O homem é uma invenção cuja recente data a arqueologia de nosso pensamento mostra facilmente. E talvez o fim próximo.
Diante de si, o homem encontra a Natureza, tem possibilidade de dominá-la e tenta apropriar-se dela. Mas ela não pode satisfazê-lo. (...) Ele só a possui, consumindo-a, isto é, destruindo-a. Nesses dois casos, ele continua só.
A arbitrariedade das ordens e das proibições com as quais me confrontava denunciava-lhes a inconsistência.
