Perder o outro é perder uma parte de si, e a dor aperta o peito. Perder-se a si mesmo, no entanto, é desfazer a soma de todas as partes — é arrancar o peito com a própria dor.
Permita-se chorar, permita-se sofrer, permita-se doer...
A culpa, o arrependimento, a dor...
Todos os pensamentos acontecerão, mas você consegue, você pode.
Quando a dor voltar, acolha-se...a cura não é instantânea, é um processo.
“Não é porque uma alma ainda sangra que ela não é capaz de curar. Quem atravessa a dor com coragem aprende a reconhecer e acolher a dor do outro — e isso é força, não fraqueza.”