Frases de Amor pra Filhos
Nenhuma garota precisa de beleza pra ser linda. Ela só precisa de amor-próprio, autoconfiança e personalidade.
“Não há dúvida de que o amor-próprio, quando ancorado em áreas mais profundas, espirituais, não pode ser abalado por uma situação de tremendo sofrimento”.
O amor não significa nada se você não estiver disposta a assumir um compromisso e você não pode pensar no que quer. Você tem que pensar também no que ele quer. Não apenas agora, mas também no futuro.
O que mais machuca não é simplesmente um amor não correspondido. O que realmente dói é lembrar-se daquele amor que a pessoa demonstrou por você um dia, ou que pelo menos você achava que demonstrava, não existir mais.
O verdadeiro amor não é somente aquele que faz, mas também aquele que olha no momento certo, silencia na hora exata e acarinha quando mais precisamos.
Minha morena, minha pequena, minha fortaleza, meu amor.
Estrada a caminhar é o que mais quero, pois ao meu lado estarás.
Dificuldades vamos passar, na verdade, já fizeram começar.
Mas, juntando, todas são fichinhas, pois com o amor iremos triunfar.
Mas amor não faz sentido. Digo, não dá para ser lógico ou não sobre isso. Amor é totalmente sem sentido, mas temos que continuar ou estamos perdidos e... E o amor está morto e a humanidade deveria enterrá-lo. Porque amar é a melhor coisa que fazemos.
(Ted)
deposito o meu amor por você
nas certezas da vida
como no nascer do sol:
mesmo se você for embora,
o sol nascerá todos os dias
assim como eu continuarei
amando você
de forma desapercebida
mas presente
e infinita
É somente nas misteriosas equações do amor que qualquer lógica ou razão pode ser encontrada. Você é a razão de eu estar aqui hoje, você é a razão de eu existir, você é todas as minhas razões.
Escrever é como prostituição. Primeiro você faz por amor, depois para alguns amigos próximos e depois por dinheiro.
Nota: A citação costuma ser atribuída a Virginia Woolf e Molière. Porém, acredita-se que a origem da frase tenha se dado durante uma conversa entre o escritor húngaro Ferenc Molnár e o crítico estadunidense George Jean Nathan, tendo sido posteriormente publicada no livro publicado por este último, em 1932.
...MaisVidas não são tão reais quando não existe o amor. Tantos gritam pela paz, só quando não aguenta a dor.
O amor, devagarinho, esgarça o tecido que veste as nossas defesas e deixa a nossa alma toda de fora. Depois, sorri, encantado, diante da beleza singular da nossa nudez.
