Frases da Seicho-No-Ie
Não sou ninguém, não tenho nada e não posso nada. Pois quando estou vazio de mim mesmo, então sei com certeza que nem amigos, nem inimigos, nem qualquer criatura podem me impedir de ser tomado de toda a plenitude de Deus.
Nota: Carta para a mãe (agosto de 1733).
...MaisSenhor, bem sei quão céleres e passageiros são os dias neste mundo caído; concede-me, pois, a graça de caminhar nesta breve peregrinação com os olhos fixos unicamente em Ti, para que cada suspiro de minha vida temporal me aproxime da comunhão com a Tua eterna glória.
A única coisa que eu sei é que tudo acontece como eu acredito. Se eu deixasse de acreditar e começasse a perceber, o mundo dos fatos se revelaria. Isto é a Verdade, o que há de mais abrangente.
Assim que penso: Creio em Deus. Sei que existe milagres, mas são raros. Por isso estando doente vou ao médico, porque defendo o conhecimento científico, tomo os remédios receitados com fé e ainda faço orações.
F. Meirinho
Não pedi nada ao Papai Noel, nem sei se ele iria me ouvir. Mas se ele soubesse da minha dor, do meu desejo e da minha solidão! Ele nem esperaria a data natalina para me socorrer...(Saul Belezza - Mario Vale
*Algo estranho acontece lá fora, e eu aqui dentro não consigo dormir, não sei se é saudade o desamor, mas ambos me fazem pensar, e assim vou trocando de travesseiros e revirando na cama sem ter ao menos como sonhar.*
(Saul Beleza)
Sei que você é uma mulher forte, e que o teu chão sumiu muitas vezes, sei também o quão é difícil.
Existe até o medo de amar e ficar dependente.
(Saul Beleza)
*Você tem um sonho de conquista, vejo em teus olhos e sei qual é esse sonho, mas quero ouvir de você, vamos diga.*
(Saul Beleza)
Sei que ainda é cedo. Mas mesmo assim é tarde para chorar o que deixamos de fazer ontem por puro orgulho.
(Saul Beleza)
Eu sei, Hoje vai zangar comigo porcaso do que fiz mas a finais das conta eu acabo aprendendo para amanha
Sei que não era para mim.
Talvez nunca seja.
Mas vibrava uma energia no espaço-tempo
que me provocava a existir
e a desejar o pertencer.
Dentro do déjà vu, a expressão caótica. Pois o que somos diante do que sou? Não sei. Apenas sou no reflexo, transmutação do eu.
Na pragmática, o eu se difere do eufemismo. Eu sou espelho — sem suavizações. Tento sorrir, mas os olhos não me compreendem como eu.
