O amor tem uma dupla personalidade, é herói e vilão, é alegria e dor, é esperança e ilusão. Num simples toque a máscara vai ao chão e sua verdadeira face se revela.
O amor também é uma espécie de morte (a morte da solidão, a morte do ego trancado, indivisível, furiosa e egoisticamente incomunicável). O acontecer do amor e da morte desmascaram nossa patética fragilidade.
Relacionamento significa algo completo, acabado, fechado. O amor nunca é um relacionamento: amor é relacionar-se, é sempre um rio fluindo, interminável.