Frases Conquistadoras
A dor não define quem sou, mas revela quem escolho me tornar, quem sabe uma alma que renasce das próprias cinzas, tecendo, com mãos feridas, já rasgadas pela vida, sua nova tentativa por uma redenção.
A superação começa quando desistir deixa de existir, quando o chão se desfaz sob os pés, mas o coração, teimoso e valente, continua a dançar com a vida, mesmo em meio ao vazio e ao vento.
O escuro só existe para que a luz alcance seu milagre, é o contraste secreto da alma, a sombra que, como um véu antigo, realça o ouro escondido na essência da verdade.
Entre a queda e o voo, habito o intervalo das coisas esquecidas, sou pássaro de asas frágeis, que escuta o chamado do céu, mas repousa entre galhos secos, esperando que o vento, um dia, lhe ensine a direção.
Não sou o que sofri, sou o que floresceu depois, uma história reescrita com a tinta invisível da resistência, um rosto onde cada cicatriz desenha o mapa secreto da coragem de recomeçar.
A resistência é uma arte que mora no silêncio, como pinceladas secretas sobre a tela invisível da vida, onde o que não se vê se transforma na mais imensa forma de força.
As tempestades forjam navegadores, em meio ao rugido feroz das ondas, domam o mar indomável, transformam o medo em fogo ardente e a tormenta em bússola que nunca falha.
Minha história é feita de renascimentos, em cada queda, um amanhecer incendiado, em cada dor, um poema forjado no fogo da perseverança.
Nem toda batalha precisa ser travada, nem toda dor precisa ser compartilhada. Às vezes, o maior ato de autocuidado é aprender a se afastar do que fere, do que consome, do que não nos deixa em paz.
O amor nos enfraquece, enquanto a bebida nos fortalece. Os amigos...nos levantam quando estas coisas nos derrubam no chão
A simplicidade cultivada é senha à prática do desapego e sua expressão maior, ao amor devotado sem cobranças ou expectativas.
O único amor consequente, fiel, compreensivo, que tudo perdoa, que nunca nos defrauda e nos acompanha até a morte é o amor-próprio.
Não era amor, era melhor.
Nota: Trecho de crônica de Martha Medeiros.
O amor é um beijo, dois beijos, três beijos, quatro beijos, cinco beijos... cinco beijos, quatro beijos, três beijos, dois beijos, um beijo... e fim, e pronto. Ninguém morre de amor nos trópicos.
O amor entre duas pessoas é como a construção de um templo...
Demorado, difícil, tijolo a tijolo, mas, quando fica pronto, o primeiro morador é Deus. Pensem nisso e vejam se não vale a pena!
