Frases com Músicas

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IDENTIDADES

Como cordas tensionadas entre pontos fixos produzem música, também nós precisamos de limites para dar voz à nossa singularidade. É precisamente através das nossas fronteiras que descobrimos a vastidão do que podemos ser.




O caminho da Vida tem acordes musicais: caminha-os ritmicamente e musica-te por dentro.

Sentir a música é: dançar com os íntimos sentidos.

A pintura e a música são dotes de inteligência humana em que os deuses não interferem.

Há músicas que
navegam em todas
as marés do peito.

Há músicas que
descem até ao fundo
da alma e iluminam
os teus labirintos.

O corpo é a casa da alma, e a música é a reforma que a mantém viva.

A melodia é a ponte invisível entre o que se sente e o que não se pode dizer.

A música que salva é a que escorre pelas veias do abraço. Não aquela que se anuncia em rádios, mas a que nasce na intimidade. Um acorde sustenta mais que qualquer plano de fuga. E se a memória falha, a canção lembra por nós. Por isso canto baixinho para as partes minhas que ainda tremem.

Quando a alma geme, a música responde com acordes que costuram o peito e reaprendem
o fôlego.

Há músicas que não se ouvem: vibram nos ossos, correm nas veias e repousam no silêncio da pele.

Existe uma música que só tocamos na cabeça. Ela passa notas de perda e refrões de resistência. Se alguém escutar, talvez entenda por que sorrimos devagar. A vida é uma partitura mal escrita que insistimos em interpretar. E há beleza em quem desafina com propósito.

Há músicas que voltam em espasmos, sem avisar. Elas me pegam pelo braço e me obrigam a sentir. Dançar sozinho em silêncio é uma prática sagrada. A melodia ajusta o passo da alma. E, ao final, a sala inteira cabe dentro do peito.

O coração humano não foi feito para a paz, mas para melodias impossíveis, essas que nos rasgam por dentro e nos fazem sentir vivos.

O destino escreve com notas trêmulas, cada escolha é um
acorde, e cada erro uma melodia
que nunca deixa de ecoar.

A saudade é uma moeda que não se desvaloriza. Troco por lembranças, por músicas, por fotos. Com ela compro consolo quando falta companhia. Às vezes a moeda pesa, mas é firme e confiável. E guardo ainda mais quando o cofre do peito treme.

Há uma melodia nas coisas que se quebram, um som de fim de mundo que ecoa por dentro muito tempo depois do estrago físico. Eu coleciono esses estilhaços e tento montar um mosaico onde a beleza não venha da perfeição, mas da forma como a luz atravessa as rachaduras.

A sua voz é a música que me faz esquecer que a cidade é feita de muros, cada palavra sua derruba a muralha da minha solidão.

A música é a manipulação plástica do tempo.

O ritmo é a argamassa. A música flui.