Frases cartas
A pessoa pensa que está acima da situação, distante de ser atingida. De repente, as cartas são trocadas, as figuras já não sustentam a vitória. O jogo se inverte, e aquele que esteve por cima da situação passa a lamentar as cartas e conhecer a derrota.
Quem já transitou pelos becos em domínio de ladrões sabe que mais vale as cartas que tem na mão do que o dinheiro que carrega no bolso.
escrevo livros,canções, gravo vídeos, cartas de amor, mais de mil declarações só nessa vida, e tudo o que ela entende é
bla bla bla bla gurincrível ☀️
As cartas estão sobre a mesa,
Embaralho a vida
Como num jogo de azar.
Mas minha maior sorte
É ter você comigo.
A "magia" não é um truque de cartas, é a capacidade da consciência de dobrar as condições que a "permitiram" existir.
"Ninguém mais escreve cartas. Nem envia postais. Estou com 4 da Minha Equipe de férias e nenhuma me mandou postal. Admito que estou ficando (ou que já sou) um baita de um Velho Saudosista! Admito e Sinto!"
TextoMeu 1417
"Tive uma namorada com quem eu me correspondia por 3 cartas por semana, cada um... Daqui pra lá e de lá pra cá! Hoje está tudo limitado a mensagens no WhatsApp. Preciso de outra namorada para retornar aquele hábito. A anterior não sei do paradeiro!"
1501
1779
"Em outro Passado (também recente) as pessoas escreviam cartas umas às outras. Hoje, não mais! Por quê?"
0483 "Não foi por causa da Simpatia. Nem das Preces. Nem das Cartas. Nem do Amuleto. Nem do Horóscopo!"
No jogo de baralho sempre descartamos as cartas que não nos servem, já o coringa substitui a carta desejada, assim somos na vida real. Sempre seremos um jogo de azar, e o azar é seu... (Patife)
Escrever cartas um para o outro em outro plano?
Se nesse não escrevemos nesse, imagina esperar o desconhecido para isso...
Mas, eu entendo o que isso significa!!
Os julgamentos são cartas que enviamos a nós mesmos, só que em envelopes com o nome dos outros.
(Douglas Duarte de Almeida)
As lembranças desfilam como cartas nunca enviadas. Cada envelope carrega um peso que cansa o peito. Algumas palavras queimam quando as leio de novo. Outras, surpreendentemente, consolam como um cobertor velho. E então percebo que cuidar de si é aprender a costurar as próprias roupas rasgadas.
Há cartas que nunca enviei porque não queria ferir. Elas ficaram como pétalas secas no balcão. De vez em quando revisito o antigo tecido das palavras. Algumas nunca deviam ter nascido, outras curam. E escrever sem enviar é um jeito de entender o próprio nó.
