A vida quarentenada e a busca de si, do seu eu interior, um encontro com a liberdade e consigo mesmo. De maneira solitária, vivemos o presente, com as alegrias do passado, a tristeza do presente e a esperança do futuro.
Tenho sede de travessias, e sou rio.
Tenho sede de movimentos, e sou ponte.
Assim, sigo meu curso.
Às vezes sou ponte, que atravessa o rio;
Outras vezes sou rio, que atravessa a ponte.
A perspectiva do momento é que me define.