Frases Bonitas pra Falar para Mim Mesmo
Porque para algumas pessoas
é fácil simplismente dizer adeus, enquanto para mim foi tudo tão intenso? Tudo
tão real
Se você desistir de mim,
simplesmente vou te reconquistar;
De você não desisto nunca,
eu sempre vou te amar.
Talvez nao faça sentindo pra mim
Talvez nem pra voce
Talvez pra ninguém
Talvez nem faça sentido algum
Eu prometi que ia dar o melhor de mim e dei!
Mas quem se acostuma com a mentira, pensa que a verdade é que machuca.
DEIXEM QUE AS PESSOAS INVEJOSAS,FALEM DE MIM COM CIÚME,A FLOR PRECISA DE ESTRUME,PARA FICAR MAIS VIÇOSA.
Equilíbrio!
O bom de ser meio doido e que ainda tenho metade de mim pra ser são...
É como o mar e suas tormentas, que comumente contrapõe a calmaria e o sossego, para que dessa forma..., possamos navegar em paz...
Porque afinal, equilíbrio é tudo nessa vida...
Todas as palavras grosseiras que você atira sobre mim eu recolho e descarto com muito cuidado. Sei que na verdade você queria dizê-las pra si mesmo, mas as palavras assim despejadas ficam pelo caminho e eu não quero que você tropece nelas depois.
Tire suas mãos de mim
Eu não pertenço a você.
Não é me dominando assim
Que você vai me entender.
Eu posso estar sozinho,
Mas eu sei muito bem aonde estou.
Você pode até duvidar.
Acho que isso não é amor.
Hoje você olha para mim e vê um ser feliz, mas se parar direito e enchergar no interior do meu semblante, verá lá reside uma preocupação enorme, se o que falam de mim é exactamente aquilo que sou? Ou simplesmente sou aquilo que nasci para ser e não aquilo que é dito? Quem sou eu então?
“Tenho medo de decepcionar as pessoas, de magoá-las, de fazê-las cansarem de mim. Só queria que elas também tivessem esse medo.”
— .
...De mim não sei do meu lugar.
Sei que sou fluida e móvel
tão pouco sei de mim e agora menos
quando meu ontem surpreende o meu agora..."
Uma vida fácil, um amor fácil, uma morte fácil – tais coisas não eram para mim.
Há qualquer coisa
de longínquo em mim neste momento.
Estou de facto à varanda da vida,
mas não é bem desta vida.
(...)
Sou todo eu uma vaga saudade,
nem do passado,
nem do futuro:
sou uma saudade do presente,
anônima,
prolixa e incompreendida.
