Há dias em que a dor é só uma marola... suave, quase mansa.
A gente até acredita que aprendeu a lidar. Mas então vem outra onda, maior, e nos engole por inteiro.
Com o tempo, aprendemos a verdade mais profunda: nadar na dor não é esquecer, mas sim aprender a respirar. É descobrir que o amor, a essência que nos conecta a Deus, jamais morre. Ele apenas se move.
Talvez nem tudo tenha sido entendido, nem toda dor tenha sido nomeada… mas quando já não sangra como antes, é sinal de que a alma, silenciosamente, começou a cicatrizar.