À medida que o tempo passa, quase tudo aquilo que em outras épocas li com grande interesse vai-me parecendo cada vez mais fútil e vazio. A velhice tende a reduzir tudo ao essencial, e só o cristianismo é essencial. O resto é passatempo.
Cada individuo é responsável pelos seus próprios atos, o "livre arbítrio" como escolha, não diminui as consequências danosas, que possam advir da sensação de uma "liberdade", deliberadamente desenfreada.
Quando sorri, sorri muito, quando ama também, quando se esforça, cê tem que ver, mas quando chora, idem, se não tivesse o Mendes no lugar seria intensidade