Amor, me traz um mate
E senta bem aqui do meu ladinho,
Poe mais lenha na fogueira
Pra esquentar o nosso ranchinho,
Enquanto a chaleira não chia,
Eu fico provando os teus beijinhos.
O celeuma da existência é a paradoxal e pouco semântica agrura de elocubrar um amor eternal quando a vida tão finita, se esgota pelas diuturnas volições...
O amor não é só eu dizer te amo, ele é bálsamo que cura sem beber remédio, é um universo fraterno que nos envolvem em transformação para conhecer o amor.