Frase de Amor para um Muculmano

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O amor tem muitas formas.
As mais comuns são em forma de cego,
forma de burro, forma de retardado, de idiota...

Porque amor é muito mais que palavras e declarações. Precisa de gesto, jeito, e algum propósito bonito que caiba na vida da gente...

Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios

Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador

Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos

Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz

João de Barro
Songbook Braguinha. São Paulo: Irmãos Vidale, 2009.

Nota: Versão brasileira da música "Smile", escrita por João de Barro (Braguinha) e gravada, entre outros, por Djavan. A melodia foi composta por Charles Chaplin em 1936, tendo John Turner e Geoffrey Parsons adicionado posteriormente a letra original.

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QUADRILHA

João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi pra os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.

Carlos Drummond de Andrade
"Nova reunião". Rio de Janeiro: J. Olympio, 1985.

A vida requer cuidado. Os amores também. Flores e espinhos são belezas que se dão juntas. Não queira uma só, elas não sabem viver sozinhas…
Quem quiser levar a rosa para sua vida, terá de saber que com elas vão inúmeros espinhos. Não se preocupe, a beleza da rosa vale o incômodo dos espinhos…

Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...

Álvaro de Campos
PESSOA, F. Poesias de Álvaro de Campos. Lisboa: Ática. 1944 (imp. 1993). p. 64

Nota: Trecho de poema de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa

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Um dia vou morrer, afinal todos irão morrer, vão me enterrar, um fazendeiro muito louco vai me adubar e me transformar em um lindo pé de maconha. Só assim poderei saber que, mesmo depois de morta, continuarei fazendo sua cabeça!

Desconhecido

Nota: A autoria costuma ser atribuída a Bob Marley, mas não há fontes que confirmem essa autoria.

Os arrufos entre amantes podem ser renovações de amor, mas entre os amigos são deteriorações da amizade.

Gato faminto,
copo-de-leite no vaso.
Amor perfeito.

O lisonjeiro conta sempre com a abonação do nosso amor-próprio.

Os homens nos parecerão sempre injustos enquanto o forem as pretensões do nosso amor-próprio.

O nosso amor-próprio é tão exagerado nas suas pretensões, que não admira se quase sempre se acha frustrado nas suas esperanças.

Amamo-nos sobre tudo, e aos outros homens por amor de nós.

Quanto menor for o ego de um ser humano, tanto maior será o seu caráter!

A imensidão visita a dor de um amor distante, porém nem mesmo os corpos apartados separam dois corações unidos!

Tente apontar ao arrogante os seus erros e você ganhará um inimigo!

A única forma de um ser humano nunca enriquecer é optando pelo trabalho honesto!

Um dia eu hei de fazer um poema com a beleza dos teus vazios, com a incerteza triste e delicada de tua desilusão.

Toda renúncia sabiamente decidida, no fim das contas representa um ganho enriquecedor!

Decretar o fim de um amor é o último e o mais covarde recurso de quem jamais o viu começar!