Não foram os incontáveis livros lidos desde a meninice que me proporcionaram a singela inteligência que possuo, mas sim a distância que mantive da TV, ao longo de cada minuto em que neles eu me debruçava!
Sou daquelas almas exóticas que festejam na melancolia, que iluminam-se de penumbra, que despertam com as madrugadas, que gritam no absolutismo de seu silêncio e que amam nos detalhes de suas imperfeições!
Damos tanta importância aos gritos acusadores dos que nos odeiam, que deixamos de perceber que o silêncio dos que se dizem amigos é algo infinitamente pior!