O fluxo temporal massivo e o desabrochar... Celso roberto nadilo
O fluxo temporal massivo e o desabrochar de um portal cósmico no flutuar da energia contínua de uma estrela em decomposição — seu núcleo massivo girando na composição efêmera do evento — decompõem a matéria complexa em evolução existencial. No desdobramento físico e químico, a determinação evolui na própria equação das estrelas.
Somos menores que as formigas, que ao menos possuem consciência de sua existência integrada a um todo. A preposição da vida baseada na rainha evolui em um estado divergente: as ideias possuem sentido porque sua sucessora será a nova rainha, enquanto ao operário resta apenas o crédito da decomposição orgânica da colônia.
Pensar te fará diferente do que somos ou do que pensamos? Ou a sobrevivência é a única parte real da existência cognitiva?
Olhamos espantados para o irrelevante. Envoltos na distorção temporal de um sistema, abraçamos teorias e probabilidades instáveis, pois a compreensão relativa transforma o entendimento no profundo prazer de ser. Criticados por quem ainda não compreende — e se compreendesse, qual seria a diferença?
Dentro desse contexto, a maior compreensão inata é a simplicidade: acumular dados e assimilar novos parâmetros no mesmo intervalo de tempo. O aspecto moral torna-se o senso comum, uma alucinação empolgante do senso crítico alarmista, desperto na realidade ativa.
Me pergunto: o que eu faço aqui mesmo?
