Título: O som do amaldiçoado Chovendo... Admilson Fernandes da Silva...
Título: O som do amaldiçoado
Chovendo em dias sem sentido,
O frio virou o meu melhor amigo ,
Não conseguia acreditar, nem podia revirar eles tomaram meu corpo
E me enchecaram de coisas não conhecidas por mim
Estou com medo
Com dores
E
Tonturas, e acho que não consigo ver , nem sobreviver
A coisa olhou pra mim
Encarando minha vida
Como se o terror não tivesse fim,
Queria socorros
Mas não podia
Aí quem me dera poder socar o meu corpo
Haver se eu ganhasse juízo
E pensa-se pela minha vida ,
Mas, não, o mal olhou pra mim com perolas vermelhas
Ameaçando-me desde a imaginação
Comendo minha cabeça enquanto devorava minhas esperanças
Não podia correr
Porque não queria
No fundo eu já sabia
Que terminaria
Ali, naquela casão
Aonde minha mãe apanhava as águas da vida com medo
Que os seus filhos se adotassem
E o menino, temesse reprovar
O Bodo ria-se de mim,
E prometeu mandar os seus vir rir-se de mim também
Mas tão amaldiçoado eu sou
Como abençoado
Que meu pai inverteu minha maré de sorte
E agora não sei pecar
Nem me dou por pecador
O mal me percegue
Mas não me toma
Pelo tom que me reescreve
Mas olha lá diz o grilo,
Não te disse que você vai escrever
Que teu destino
É o seu caderno
Levanta-te
O. Dos meus .
Pois tens que escrever novos caminhos
E justificar os antigos
