No murmuro do ser. Aprisionado por ser.... Celso roberto nadilo
No murmuro do ser.
Aprisionado por ser.
Ainda espera ser.
No diálogo a verbal se distância do ser...
Dentro do prólogo até o limiar do horizonte, tantas possibilidades,
pois o tempo não chegou ao final. Desistir não é opção...
Frio cortante tem vários paralelos, como num algoritmo,
a percepção aguda e imperceptível...
A apologia do tempo ganha traços de urgência e realizações notáveis,
pois as portas se fecham no momento irônico do final:
a diferença em ser divergente.
A transição do motor hiperbólico do ser consciente:
desbravar o desconhecido, evoluir dentro das adversidades
e compreender os mistérios do ser.
Sendo fanático pela alucinação do compreender os mistérios com o olhar.
Criticar e observar o que está diante da exclamação do "é",
abrangendo o pensamento vivo diante do mundo vivo que vivemos.
A morte parece ser definitiva, mas ao mesmo tempo da existência
e as expectativas das experiências, a energia exposta no "eu sou"
que fui no meu eu.
O corpo evolui com máquinas,
mas ainda existe a experiência coletiva.
