Arriar por necessidade os trajes de um... Randerson Figueiredo
Arriar por necessidade os trajes de um peão para apreciar melhor o pôr do sol é não pensar em ratificar a verdade, mas procurar arrear no caso um asno, ora, é fazer emergir uma claudicante desvantagem: ele vai imergir seriamente na infância ao jogar pião. Essa cena acena para ele como algo peculiar. Não terá tempo para retificar seus erros, por estar nu e por colocar seus sentimentos a nu, poderá ficar preso em cela decadente e a verdadeira sela na qual poderia cavalgar como cavaleiro errante, é na verdade uma soma vultosa de bens que o aguarda como bem maior, numa consagração vultuosa como um herói.
***Exercício de engenharia linguística***
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