Subserviente paixão, me aludo ao desejo... Márcio Degasperi de Freitas
Subserviente paixão, me aludo ao desejo sobejo que foi logrado pós açambancar o seu amor.
A concupiscência de atrelar nossas almas adveio de sonhos priscos que hoje atinam a cândida vida conjulgau.
Exacerbado sentimento de perda é atroz aos pensamentos que transigem em contricao asceticas.
Ao seu lado, o profundo torpor requer o preceito de coadunar nossas corpos e pensamentos se anelem em só ser de modo que ambivalência e nuanças de nossas almas se tornem uma predileção de inexorável de um amor inevitável e incondicional.
