Moniquinha é Moniquinha, e ponto final,... Jeremias Edson Cardoso
Moniquinha é Moniquinha, e ponto final, sem essa de vice-versa.
Moniquinha é um furacão que só faz barulho no silêncio do próprio ego.
Moniquinha é puro ouro, mas daqueles que derretem no primeiro calor da crítica.
Moniquinha dobra o vento, seca o mar — ou pelo menos tenta, entre um cochilo e outro.
Moniquinha, suas reminiscências são gráficos que só ela entende, de lutas que só ela viu.
Moniquinha é cultura, arte e história — principalmente a história que ela conta pra si mesma.
Moniquinha é passado, futuro e presente — tudo ao mesmo tempo, porque ela não sabe decidir.
Moniquinha é charmosa e marcante — pelo menos no espelho dela.
Moniquinha é flor do jardim, brisa do mar, luz do luar... e também tempestade quando o café acaba.
Moniquinha é única, singular, exclusiva — tipo edição limitada que ninguém pediu.
Moniquinha é o começo, o meio, e não tem fim — porque ninguém sabe quando vai parar de falar.
