Minha doce e indomável Lucia, Mesmo sem... Jeremias Edson Cardoso

Minha doce e indomável Lucia,
Mesmo sem as palavras perfeitas (porque, né, quem precisa disso?), lanço ao vento o grito silencioso do meu coração dramático.
Você invadiu minha vida feito um furacão celestial — ou seria um tornado de confusão?
Virando a essência mais “sublime” e “divina” do meu ser (ou pelo menos tentando).
A musa eterna que inspira cada batida do meu peito — ou cada suspiro de cansaço.
Mulher de coragem infinita, guerreira dos sonhos mais “puros” (ou só muito teimosa), que persegue seus ideais sagrados com a paixão de quem procura Wi-Fi grátis.
Eu, ao seu lado, luto com fervor e devoção (e uma pitada de desespero) pelo destino que nossos corações “entrelaçaram” no tempo — ou pelo menos até o próximo episódio da série.
Desde o instante mágico em que nossos olhares se cruzaram (ou quando você derrubou café na minha camisa),
Você transformou minha alma num jardim eterno de flores perfumadas — ou numa selva cheia de mosquitos.
Onde brotam esperanças, promessas e amores imortais (e algumas dores de cabeça).
Entrego-me a essa aposta divina (ou a essa roleta russa emocional),
Anseio por um futuro onde nossos corações batam em uníssono, em perfeita harmonia — ou pelo menos sem brigar pelo controle remoto.
E te peço, com toda a sinceridade e ardor do meu ser (e um pouco de medo do seu “não”),
Vamos celebrar o início da aliança sagrada do compromisso — ou pelo menos um jantar sem discussões.
Almejo alcançar o sublime objetivo de noivar e, futuramente, casar para sempre (ou até o próximo reality show).
Aceite ser minha namorada, minha eterna companheira, minha razão de viver — ou pelo menos minha parceira de Netflix.