A paz, frequentemente confundida com um... Damião Leão
A paz, frequentemente confundida com um estado de quietude absoluta, revela-se, em sua essência mais profunda, como uma capacidade interior de permanecer centrado diante do caos. Não se trata da ausência de conflitos, tempestades ou questões a resolver, mas da quietude íntima que persiste em meio a elas. É como a raiz de uma árvore que, mesmo sacudida pelos ventos mais fortes, mantém-se firme e conectada à terra. Esta paz é uma conquista da alma, um equilíbrio que se cultiva através da aceitação e da compreensão de que a vida é um movimento constante entre luz e sombra. Encontrar esse ponto de serenidade interior permite navegar pelas adversidades sem se perder nelas, reconhecendo que a verdadeira harmonia surge do abraço à totalidade da existência, com seus desafios e suas belezas. É um porto seguro construído dentro de si.
