Sou o grito que rasga o ar. Sou o silêncio que se encharca de significado. Sou o paradoxo ambulante: a ferida que é força, a perda que é posse, o homem que, ao ser desfeito, finalmente se faz.
Ajude-nos a manter vivo este espaço de descoberta e reflexão, onde palavras tocam corações e provocam mudanças reais.