Um breve relato da minha vida depois que... Fábio Solla

Um breve relato da minha vida depois que fui diagnosticado com o transtorno de ansiedade.

Não tenho mais calma, e, muito menos paciência em certos momentos da minha vida, mas uma coisa é certa, tenho dentro do meu ser, uma coisa que é fora do normal, que é o meu discernimento em fazer as coisas da melhor forma possível, as quais eu não abro mão.

A minha adrenalina esta de forma tão acelerada e com isso aumentando a minha pressão cardíaca de tal forma que posso ter um AVC ou uma parada cardíaca a qualquer momento, a última bateu 19x9 no último dia 02 de janeiro, o qual fui parar no hospital.

A minha ansiedade é algo que me faz pensar no amanhã, por maior que ele ainda seja inexistente em minha vida.

Vivo com tremores musculares corretamente, os quais eu sinto e não sai como controlar de tamanha esta sendo a minha ansiedade.

São formigamento no meu corpo os quais me tiram a paciência constantemente.

São ânsias de vomitar o tempo todo.

São lágrimas que escorrerem pelo meu rosto sem pelo menos eu saber o porquê.

Se perguntem ai!

Será que você sabe o que eu estou passando?

Acho que não.

Vocês sabem o que passar dias sem dormir?

Pois eu fiquei 3 dias sem dormir, e mesmo assim eu fui trabalhar e cumprir a minha missão da melhor forma possível, e, isso eu faço todos os dias por mais por mais difíceis que eu esteja passando.

Sinto a falta de um simples abraço, ou, de uma boa conversa, as quais eu mais preciso neste momento para aliviar a minha dor e sofrimento, pois a ansiedade causa isso.

São lágrimas que vem no meu rosto a escorrerem sem motivo algum, e o pior do nada, é ai, que eu fico mais triste ainda não entendendo o motivo delas escorrerem em meu rosto, justamente comigo que sempre fui uma pessoa ativa e alegre.

Peço a Deus todos os dias que me liberte desta tempestade, me trazendo a tranquilidade e minha paz interior novamente.

Termino o meu texto com essa frase.

Ansiedade não é frescura e sim uma doença mental que nos leva ao desespero constante.

Fiquem com Deus.

Fábio Solla.