Forma
Sua vida espiritual e profissional são guiadas de forma integral pelo Evangelho do Reino.
📖 Mateus 6:33
A docência na enfermagem é algo enobrecedor. O ensino deve acontecer de forma respeitosa e responsável.
"Tudo na vida tem seu tempo para
acontecer.Tudo vem com o tempo.
Da mesma forma que muitas coisas
também vão embora com o tempo.
Aprendi a ter paciência e deixar as
coisas acontecerem em seu tempo.
Sem ter que atropelas o destino,
Nada acontece por acaso! E talvez
seja por isso que você esteja agora
lendo essas linhas. Pois hoje é tempo
de amar sorrir e ser feliz".
Talvez acreditar que mais ninguém esteja Ferido — seja só outra forma medonha de Ferir.
Porque a dor, quando não ouvida, vira eco.
E quando presumimos que o mundo está inteiro, deixamos de perceber os cacos que alguém tenta segurar com as próprias mãos.
A verdade é que ninguém sai ileso da travessia — enquanto uns sangram por dentro, outros tentam esconder os cortes com sorrisos.
Estamos quase todos lutando com dores, dificuldades e problemas…
Ainda que diferentes.
Mas ignorar o sofrimento alheio é como esbarrar em uma ferida aberta fingindo ser só o vento.
Empatia não é diagnóstico — é presença.
É a coragem de admitir que talvez o outro também esteja lutando uma guerra que não machuca e apavora somente você.
E que às vezes, só de reconhecer a batalha, já deixamos de ser um potencial inimigo sem perceber.
Se não soubermos enxergar a dor do outro, a nossa também ficará sem testemunha.
E nada fere ainda mais do que sofrer sozinho num mundo que insiste em parecer inteiro.
A vulnerabilidade compartilhada e o reconhecimento mútuo do sofrimento são, talvez, os caminhos mais curtos para nos sentirmos menos frágeis em um mundo tão quebrado.
Em meio a tantas dores, dificuldades e problemas, quem presume não tê-los — ou imagina que o resto do mundo segue ileso — acaba sendo, sem perceber, a parte mais perigosa deles.
O crime, de forma geral, jamais subsistiria sem a ajuda de parte da sociedade e de parte do Estado e seu braço armado.
É uma ferida aberta, dolorosa, incômoda — daquelas que muitos preferem cobrir com discursos prontos a encará-las com honestidade.
Mas ela está ali, latejando, lembrando que nenhuma estrutura criminosa se sustenta sozinha.
Há sempre uma teia invisível de conveniências, silêncios e conivências que a mantém de pé.
Isso não é muito diferente de outras lutas sociais que, à primeira vista, parecem ter um inimigo bem definido.
O combate ao machismo, por exemplo, torna-se ainda muito mais árduo quando se percebe que ele também é reproduzido por mulheres.
Não por essência, mas por condicionamento, por cultura, por sobrevivência em um sistema que ensina, desde cedo, a normalizar o absurdo.
Da mesma forma, enfrentar o corporativismo e a leniência entre pares dentro do Estado é uma tarefa extremamente espinhosa.
Durante décadas, construiu-se — e vendeu-se — uma imagem quase intocável de idoneidade, especialmente no que diz respeito às forças de segurança.
Questionar isso, para muitos, soa como heresia.
E é exatamente aí que mora o problema.
Porque, além das defesas técnicas e estratégicas entre os próprios agentes, existe ainda uma camada mais difícil de atravessar: a defesa cega, emocional, quase devocional de uma parcela da sociedade que se recusa a pensar por conta própria.
Que transforma crítica em ataque, e cobrança em traição.
Nesse cenário, abusos deixam de ser exceção para se tornarem relativizações.
Agressões viram “excessos compreensíveis”.
Autoridade se confunde com autoritarismo — e tudo isso vai sendo absorvido, digerido e, pior, justificado.
A indignação seletiva, nesse contexto, não é apenas um detalhe — é parte do problema.
Ela é tão medonha quanto a própria barbárie que diz combater.
Porque não se trata apenas de condenar o erro, mas de escolher quando e contra quem ele importa.
E talvez o retrato mais cruel disso seja imaginar: se a vítima em questão não fosse também uma policial, quantos dos juízes de plantão — esses togados da verdade das redes sociais — estariam, neste exato momento, invertendo papéis, buscando justificativas, insinuando culpas?
Quando a justiça depende de quem sofre, ela já deixou de ser justiça há muito tempo.
Toda e qualquer forma de manipulação é muito ruim, mas nenhuma é tão sórdida quanto a religiosa.
Porque ela não apenas distorce ideias — ela sequestra consciências...
Usa e abusa da imaturidade e da carência espiritual e emocional das pessoas.
A manipulação comum atua sobre interesses, medos ou desejos imediatos; já a manipulação religiosa invade o território mais íntimo do ser humano: a fé, a esperança e o sentido da existência.
Quando o nome de Deus é invocado como ferramenta de convencimento, deixa de ser sagrado e passa a ser instrumento.
E é justamente aí que reside sua perversidade mais profunda: ela se disfarça de virtude.
Quem manipula em nome do divino não se apresenta como manipulador, mas como mensageiro, defensor da moral, guardião da verdade.
E, nesse teatro cuidadosamente montado, qualquer discordância pode ser tratada não como divergência legítima, mas como pecado, erro ou ameaça.
Na seara política, esse fenômeno ganha contornos ainda mais perigosos.
O que deveria ser debate de ideias se transforma em disputa de “bem contra mal”, onde posições são santificadas e opositores demonizados.
O eleitor deixa de ser cidadão crítico para se tornar fiel — e fé, quando deslocada de seu propósito espiritual, pode ser facilmente conduzida, moldada e explorada.
O problema não está na fé em si, que é fonte legítima de força, consolo e ética para milhões de pessoas.
O problema surge quando ela é instrumentalizada.
Quando líderes, discursos ou projetos se escoram no nome de Deus não para elevar, mas para controlar; não para unir, mas para dividir; não para libertar, mas para submeter.
E talvez o mais inquietante seja o fato de que muitos não percebem.
Porque a manipulação religiosa raramente se apresenta com violência explícita — ela vem em forma de promessa, de proteção, de pertencimento.
Ela acolhe antes de direcionar, consola antes de conduzir, e quando se percebe, já não se questiona mais.
Refletir sobre isso não é atacar a fé, mas protegê-la.
É reconhecer que aquilo que é verdadeiramente sagrado não precisa ser usado como ferramenta de poder.
Porque, no fim, quando o nome de Deus se torna argumento, corre-se o risco de que a verdade deixe de ser buscada — e passe apenas a ser declarada por quem fala mais alto.
Acaso mistérioso do mal
As coisas são o que são.
As coisas deveriam ser de outra forma.
Deus Todo-Poderoso,
Onisciente,
Onipotente,
Onipresente,
se exclui em uma realidade onde o mal, o sofrimento,
as imperfeições existem.
Um exclui o outro, e vice-versa.
Tudo que existe é uma continuidade
de Deus de alguma forma,
nada escapa disso senão Deus
Por que existe algo
em vez de existir nada?
Tudo tem uma causa,
uma origem.
Só Deus não teve origem.
Existem duas existências,
com certeza absoluta:
a eterna e a criada.
A criada nasce, cresce e morre.
A eterna só pode ser Deus.
A vida, a razão, a ordem, o existir, o amor, o coração...
É impossível virem do nada.
Essas coisas são a continuação
de Deus.
Então, concluímos: Deus Todo-Poderoso
existe.
Mas no nosso mundo identificamos o mal, o sofrimento, as imperfeições — que não existem em Deus.
Deus não cria outro Deus.
Deus cria coisas que são perfeitas.
Mas Deus cria seres com vontade
própria e livre-arbítrio.
Deus sempre criou seres com vontade
própria e livre-arbítrio perfeitas.
Temos que encarar o problema
com ousadia e não com ideias
prontas e fixas.
Deus não tem propósito
nenhum em criar seres imperfeitos
que gerem o mal, o sofrimento, a injustiça.
Mas, por um acaso misterioso
— que acredito que Deus nunca entenderá —
a natureza de Deus é perfeita, boa,
amorosa e tem todo o poder.
Deus criou Lúcifer e o ser humano
para adorá-lo, para ser a razão de
ser de toda criatura.
Mas, por algum acaso misterioso,
essa criatura imperfeita foi criada,
e Deus está trabalhando para restaurar
sua criação. E tudo voltará como antes:
a criatura sendo reflexo do Criador.
Creio que Deus não iria criar seres
para gerar mal, sofrimento, injustiça —
e isso será um eterno acaso
misterioso.
Mas Deus é bom, é amor, Deus é a verdade,
e tudo será perfeito como
antes, em Jesus.
---
"A cultura — filosofia, literatura, ciência, artes e conhecimento — é a melhor forma de desenvolvimento das habilidades intelectuais, pessoais, artísticas, éticas e morais. É o desenvolver da sua humanidade, a melhor forma de conexão e pertencimento entre seres humanos, fonte de prazer e contemplação. A cultura não pertence à elite ou aos intelectuais, mas pertence a toda a humanidade. A cultura tem um fim em si mesma; não pode ser só um meio para as pessoas se capacitarem para o mercado de trabalho. Cultura é para desenvolver nossa humanidade e formar a alma e o espírito, o coração e a razão."
O silêncio é uma forma de como você reage ao mundo, você captura conhecimento e sabedoria. As pessoas tendem a não saber como você pensa ou fala, mas você sabe tudo sobre as pessoas.
"Com a boca dei os melhores beijos!
Tolice em forma de FRASE é isso. E outras desse tipo."
Da Série TAMBÉM SEI ESCREVER TOLICES
MAS SÓ POR GRAÇA E SOMENTE ESTA
NÃO INSISTAM
Esta Série é NADA-SÉRIA
Texto Meu 0942, Criado em 2019
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
1597
"Fanatismo é Fanatismo. Tentar justificar ou diminuir o Fanatismo é somente outra forma de Fanatismo!"
Acredito que a primeira forma de comunicação comum e expressão objetiva, no autismo e no TDAH, com o mundo exterior que o cerca, deva ser pelo som, a musica mesmo que da forma mais rudimentar, quase barulho, explorando e ouvindo a cadencia, a intensidade e a objetividade de interesse. Acho bem mais natural musicalizar as emoções e aos poucos entender o universo autônomo dos portadores destas faculdades especiais do que tentar entender e ouvir por meio da fala, dentro de um temperamento oral e mental desconexo ao nosso ouvidos, o que realmente acontece. Creio na arte terapia do som como veiculo e meio.
Nem muita luz e nem muito barulho, e se for de forma cadenciada é pior para todo portador do Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), Não se aproxime muito ao menos que o autista lhe convide a recepção corporal, que na maioria das vezes é muito difícil. O distanciamento, médio é geralmente interpretado como uma condição de respeito e não invasão, a condição personalíssima de ser diferente, do individuo autista.
As vivencias artísticas devem fazer parte da pedagogia integral e uma forma natural inclusiva ao conjunto infantil e subliminarmente das crianças que possuem a qualquer nível do transtorno do espectro autista, comumente diagnosticado como (TEA). A arte é uma linguagem universal fluídica em todas as culturas desde muito cedo, e principalmente as vivencias visuais e sonoras, são importantes ferramentas de expressão interna sem o compromisso da exposição particular da identidade e das possíveis dificuldades de expressividades perante um todo.
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