Foi Deus que fez o Vento

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Olha gostei de falar com você e sei que posso te dar minha confiança! Pois, você foi bem sincera comigo, Posso te me decepcionado com muitas pessoas, mas sua energia e carisma é diferente, Você é uma pessoa maravilhosa que parece que conheço já a bastante tempo.

O que não foi buscado não foi indexado; o que não foi indexado não foi sabido; o que não foi sabido foi dado por irrelevante. Eis a cascata em quatro passos.

Ser útil não é apenas receber reconhecimento; é saber que a práxis foi executada com excelência.

A alegria de viver é fascinante: suplanta e dilui todo o caminho sinuoso que foi percorrido.

⁠Apesar das Agruras que oportunizou o Nosso Encontro,
foi muito bom
prosear com você.


Há encontros que não nascem da alegria, mas da necessidade.


A vida, por vezes, nos apresenta uns aos outros justamente quando o chão parece menos firme, quando as certezas vacilam e as circunstâncias nos obrigam a dividir silêncios, esperanças e até inquietações.


É muito curioso perceber que as dificuldades, embora nunca sejam bem-vindas, também carregam a estranha mania de poder aproximar pessoas que talvez jamais cruzassem nossos caminhos.


E, quando isso acontece, descobrimos que uma boa conversa pode aliviar pesos que nem imaginávamos estar carregando.


Prosear é muito mais do que trocar palavras…


É repartir experiências, acolher perspectivas, reconhecer no outro até um pouco de nós mesmos.


Uma conversa sincera não resolve todos os problemas, mas quase sempre nos devolve algo precioso: a sensação de que não caminhamos sozinhos.


Que as agruras sejam passageiras.


Que os aprendizados permaneçam.


E que, quando a tempestade passar, fique a lembrança de que, mesmo em tempos difíceis, a vida ainda é capaz de nos presentear com encontros maravilhosos e conversas que aquecem até a nossa alma.


Gratidão pela boa prosa!?!


Que ela seja uma daquelas lembranças que sobrevivem às dificuldades e continuam fazendo sentido muito depois de elas terem ido embora.


Apesar das Agruras da vida, amei estar com você!

⁠O mundo e quase tudo que nele existe foi criado pela palavra… Mas é pela ironia que ele quase sempre subsiste.


Antes de ser matéria, quase tudo foi ideia.


Antes de ser gesto, foi intenção.


Antes de ganhar forma, alguém precisou nomear, imaginar, ordenar ou simplesmente dizer: seja.


A palavra tem esse estranho poder de inaugurar realidades.


Com ela fazemos promessas, construímos pontes, declaramos amores, iniciamos guerras, criamos leis e inventamos futuros.


Uma palavra pode levantar alguém do chão ou empurrá-lo ainda mais para dentro de si.


Pode aproximar desconhecidos, separar amigos e transformar um instante em memória.


Mas há algo curioso na condição humana: aquilo que construímos com tanta seriedade, frequentemente só consegue continuar existindo porque aprendemos a rir de sua própria seriedade.


É aí que entra a ironia.


A ironia talvez seja uma das formas mais sofisticadas de lucidez.


Ela nasce quando percebemos que o mundo raramente corresponde ao que dizemos sobre ele.


Falamos em justiça, mas almejamos privilégios.


Pregamos a tolerância, mas escolhemos cuidadosamente aquilo que estamos dispostos a tolerar.


Defendemos a verdade, desde que ela não contrarie aquilo em que já acreditamos.


E seguimos…


Talvez porque a ironia nos permita suportar essa distância entre o que somos e aquilo que gostaríamos de ser.


Rimos de nossas contradições porque, muitas vezes, levá-las inteiramente a sério seria insuportável.


O homem constrói monumentos à eternidade sabendo que morrerá.


Escreve declarações de amor como se o sentimento pudesse vencer o tempo.


Cria regras para organizar o caos e, logo depois, inventa exceções para conseguir viver dentro delas.


Somos criaturas paradoxais: precisamos acreditar nas palavras que criamos, mas também precisamos desconfiar delas.


Porque a palavra constrói, mas pode aprisionar.


Um nome transforma uma coisa em conceito.


Um conceito transforma-se em certeza.


E uma certeza, quando ninguém mais ousa questioná-la, pode se transformar em dogma.


Talvez por isso a ironia seja tão necessária.


Ela abre uma pequena fresta na parede das nossas certezas.


Não necessariamente para destruir aquilo que acreditamos, mas para lembrar que nenhuma construção humana deveria ser tão sagrada a ponto de não suportar uma pergunta.


A ironia nos sussurra: olhe novamente.


Olhe para aquilo que você chama de sucesso.


Olhe para aquilo que chama de fracasso.


Olhe para as convicções que herdou e que nunca examinou.


Olhe para as verdades que defende com tanta veemência — e pergunte se ainda acredita nelas ou apenas aprendeu a repeti-las.


Talvez a maturidade esteja justamente nesse movimento: continuar usando a palavra para construir, sem esquecer que toda construção humana é provisória.


Criamos o mundo quando falamos sobre ele.


Mas também podemos recriá-lo quando encontramos novas palavras para aquilo que antes parecia definitivo.


No fim, talvez a existência seja essa curiosa negociação entre a palavra e a ironia.


A palavra diz: “É assim.”


A ironia pergunta:“Será?”


E, entre as duas, nesse pequeno espaço aberto pela dúvida, talvez esteja aquilo que chamamos de liberdade.

Pela primeira vez eu disse não a ela.
Foi difícil,
foi dolorido,
minha voz tremeu,
meu peito doeu.
Mas eu disse.
E depois do não,
eu não morri.
Descobri que posso lutar em igualdade,
que meu não também tem valor,
que meu limite também é amor.
Pela primeira vez,
eu me escolhi.


Saul Beleza

Ninguém aprende na calmaria. A calmaria é só o prêmio.
Foi a turbulência que te ensinou a segurar o leme. Que te mostrou quem fica no barco quando balança.
Agora você sabe:
Na turbulência a gente descobre.
Na calmaria a gente segue.
E cada um com seu destino, mas o seu barco, continua a flutuar no Rio Verdão. Firme. Cortando água mansa, porque já aguentou água brava.
(Saul Beleza)

Hoje foi um dia de muita chuva
Muitas lembranças, muito querer
Algumas miradas, apenas um sorriso
E o coração ficou aqui, perdido no tempo

A chuva lava as ruas, mas as lembranças...
Ah, essas ficam grudadas no peito e são uma enxurrada de pensamentos.
(Saul Beleza)

*Brasa Calada*

Às vezes você pensa
Que eu perdi o interesse.
Mas não foi isso, não.
Eu apenas me calei.

Aqui dentro de mim,
O interesse persiste
Só que agora em silêncio,
Brasa que não desiste

Não fala, mas sustenta,
Não grita, mas é mar,
Tá quieto por fora
Mas não parou de pulsar.

O silêncio virou casa
Pra tudo que eu senti
Se eu não bato na porta
Não quer dizer que parti.
(Saul Beleza)

Perder você nunca foi o meu plano, mas confio que o destino nos reserva algo maior. Tudo tem seu tempo, e a nossa hora ainda vai chegar.

“Não foi sem querer. tem gente que é ruim, sim.”

"Minha maior dor foi sentir tudo com muita intensidade, meu castigo foi sobreviver a isso."

​“2021 foi o ano da minha morte; exatamente neste ano eu morri. Perdi partes importantes e essenciais na minha vida. Esse vazio, essa dor incessante nunca vai passar. Só ficam ecos de lembranças e memórias.”
— Cass Moreira

Quando você se foi, me deixou na incerteza absoluta de um fim,
Mostrando que já não guardava mais nada por mim.
Eu lutei, fiz de tudo para te reconquistar,
Implorei, pedi desculpa, me ajoelhei para você voltar.
Mas seu peito foi frio ao dizer que não me queria mais lá,
E hoje eu sei que você estava certa em me deixar.
Você tinha que me mostrar, com essa sua frieza assim,
Que o nosso amor chegou ao fim, e o melhor é cuidar de mim.
Agora decidi focar minha mente em tudo o que a vida tem de bom,
Buscando inspiração para recomeçar e encontrar o meu tom.
Eu ainda acredito no amor e sei que ele não sumiu de vez,
Só está escondido em algum lugar, esperando a nossa vez.

EXISTIR FOI O MEU MAIOR ATO DE CORAGEM.

Quando foi que paramos de fazer e pensar, porque sempre apontamos para o passado como se o presente não estivesse acontecendo, nós somos o hoje e somos agora. Deus não parou no tempo!

A indolência é uma ofensa ao tempo que nos foi concedido; honre a vida sendo, a cada dia, mais produtivo e justo.

O homem foi feito para a nobreza e a verdade; qualquer coisa fora disso é delinquência espiritual e traição contra si mesmo.

"O impossível é apenas uma opinião sobre o que ainda não foi inventado."