Foi Deus que fez o Vento
O problema nunca foi o poder.
O problema sempre foi o poder sem limite.
Quando não há freio, não há equilíbrio.
Quando não há equilíbrio, não há liberdade.
E sem liberdade, a democracia vira apenas um discurso bonito.
Os Deuses Riram de Mim: A Ironia do Olimpo
Não foi o Trovão que me atingiu,
nem a seta cega do Destino.
Foi algo mais sutil, mais devastador:
a gargalhada cósmica, fina e alta,
que ecoou no vazio após minha súplica.
Eu havia erguido altares ao Propósito,
pavimentado caminhos com a Fé.
Eu pedi grandeza, ou talvez apenas justiça,
e em troca, recebi a mais cruel das respostas:
o escárnio daquelas forças que me teceram.
Os Deuses não me puniram por maldade,
mas por pura indiferença lúdica.
Riram não do meu fracasso,
mas da minha ilusão de agência.
Riram da minha pequena e ardente vontade,
tentando dobrar a vastidão inerte do Acaso.
Riram do meu plano de cinco anos,
quando a eternidade opera em ciclos de poeira e estrelas.
O riso deles foi a revelação mais nua:
A vida não é uma tragédia com regras morais,
nem uma epopeia onde o mérito vence.
É uma comédia de erros, escrita por um Panteão
que se diverte com a seriedade de nossas crenças.
E a filosofia do riso divino é esta:
Você é livre para tentar, mas jamais para determinar.
No momento em que o som da sua hilaridade cessou,
eu não me senti humilhado, mas subitamente,
e perigosamente, liberto.
Pois se o meu sofrimento é a piada deles,
se a minha queda é o entretenimento celestial,
então a minha dignidade não está no sucesso que busco,
mas na teimosia de continuar jogando o jogo,
mesmo conhecendo o final,
e ignorando a plateia que gargalha.
O riso deles foi o fim da minha inocência,
e o início da minha coragem e da minha indiferença, os guardando num quartinho qualquer do meu universo...
A maior batalha nunca foi travada nos mercados, mas dentro da mente. Quem aprende a persuadir a si mesmo antes de convencer os outros transforma disciplina em riqueza, estratégia em patrimônio e conhecimento em liberdade.
#ADIANTE
Momentos da minha vida...
Eu sobrevivi a tudo que passei...
Meu espírito foi trucidado...
Corpo expurgado...
A cura ainda não me abençoou...
Eu vi a maldade pura diante de mim...
Mas eu sobrevivi...
Dizem que isso é bom...
Gosto de viver, mas é difícil seguir...
Com algumas memórias...
DIfícil torna-se a acordar e dormir...
Difícil saber que quem faz isso vive uma vida normal...
E sabem porquê eu passei por isso?
Porque eu existo....
Só isso.
Mas eu sobrevivi...
Estou aqui...
E nesse dia eu comemoro a proeza de ser...
Eu...
Sandro Paschoal Nogueira
Já me apaixonei por outras, mas, vez após vez, foi por você que meu coração realmente pulsou. Diante do amor sublime que sinto por você, os amores comuns nunca tiveram sequer uma chance de florescer.
Há amores que não pedem casa, pedem abismo. O nosso foi assim: intenso, especial, mas inabitável. Não por falta de sentimento, mas por excesso de medo. Não por ausência de amor, mas por incapacidade de o sustentar no mundo real. O que existiu entre nós nunca foi pequeno... apenas nunca encontrou chão.
Nós nos amamos no território onde tudo é permitido: na palavra, na promessa, na eternidade abstrata do “para sempre”. Ali, o amor era livre, belo, absoluto. Mas quando se aproximava da vida concreta (do tempo, das escolhas, das consequências) ele recuava, tremia, se escondia. Amar, para nós, não era encontro: era vertigem.
Você me amou sem me escolher. Eu te escolhi sem poder te ter. E nesse descompasso, criamos um laço feito de presença e ausência, de retornos e fugas, de silêncios que gritavam mais do que qualquer declaração. Não foi mentira. Também não foi completamente verdade. Foi sentimento sem morada.
O que nos uniu não foi a possibilidade de ficar, mas a impossibilidade de partir por completo. Eu fui o lugar onde você sentia sem precisar decidir. Você foi o lugar onde eu esperava sem poder avançar. Um amor clandestino não por traição apenas, mas por existir fora do tempo certo, fora da coragem necessária.
E ainda assim, isso não me diminui. Nem te transforma em vilã. Mas nos impede de seguir.
Porque há amores que não adoecem por falta de afeto, e sim por falta de destino. Eles não morrem... suspendem. Ficam pairando como uma música bonita demais para ser interrompida, mas dolorosa demais para ser repetida.
Talvez seja isso que fomos: um amor real demais para ser esquecido, e impossível demais para ser vivido. E amar assim é belo, mas ninguém mora no abismo.
A falta dela não foi só ausência... foi erosão. Um pouco de mim ficou em cada lembrança, em cada silêncio que se alongou demais. E hoje, quando tento me reconhecer, encontro espaços vazios onde antes havia sentido. Talvez o que mais doa não seja o que ela levou… mas o quanto eu precisei mudar para continuar existindo sem ela.
Muitos não sabem, que a "esperança" foi o único mal que estava na caixa de Pandora, que foi impedido de sair.
Bom dia, pra você que está lendo esta mensagem! Sinal que foi escolhido para receber um dia abençoado com Jesus Cristo, o nosso mestre e filho do Deus Pai, o nosso Criador. Que a paz esteja contigo. Mantenha-se firme na fé e não se divija nem pra esquerda e nem pra direita, siga reto no caminho de Jeová.
Se Outras Vidas Existirem
E eu queria saber, nas outras vidas
quando foi que nossos olhos se encontraram.
Se foi na chuva de uma cidade antiga,
ou no silêncio de um campo abandonado.
Queria saber em qual delas
a gente esqueceu de amar.
Se foi o medo que trancou a porta,
se foi a pressa que não soube esperar.
Me pergunto se foi injusto
não termos ficado juntos.
Ou se o destino, com suas mãos invisíveis,
só quis nos proteger de mundos que ainda não eram nossos.
Mas mesmo sem resposta,
mesmo sem lembrar do começo,
eu escolheria de novo o teu tropeço,
o teu riso, o teu avesso.
Porque se amar é também perder
e reencontrar sem saber,
então que venham outras vidas,
outras despedidas,
outras chances de te ter.
Eu viveria tudo novamente.
A dor. A espera. O quase.
Só pra sentir mais uma vez
esse amor que nem a morte desfaz.
“Um verdadeiro marco para as mulheres que se escondiam” quer dizer que algo foi muito importante ou transformador para mulheres que antes viviam escondidas, com medo, vergonha ou sem liberdade para se expressar.
As pessoas mudam, e isso faz parte da vida
É comum sentirmos saudade de quem alguém foi. Das conversas, dos gestos, da presença que parecia constante. Mas as pessoas mudam, assim como nós mudamos.
Algumas mudanças aproximam. Outras criam distância. Nenhuma delas apaga completamente o que foi vivido.
Nem toda mudança representa falta de amor. Às vezes, representa novos caminhos, prioridades diferentes ou fases que já não se encontram.
Aceitar isso não significa deixar de sentir. Significa compreender que o valor de uma história não depende apenas de como ela termina, mas também de tudo o que ela construiu enquanto existiu.
A vida segue transformando pessoas. E nós também fazemos parte dessa transformação.
Pepita de Oliveira
Fico pensando no quão terrível e brutal o mundo já foi, mais do que é hoje, com tantos grupos na sociedade. Principalmente após a criação do cristianismo, a maldade se disfarçou de amor. A violência se disfarçou de bondade. A barbárie se disfarçou de divino. O ódio gratuito se fez de virtude, santidade e "purificação dos pecados", como se fosse piedade torturar, excluir ou destruir alguém apenas por ser quem é, amar quem ama, acreditar no que acredita, ou mesmo não acreditar em nada.
Em nome de Jesus, mulheres foram prisioneiras de maridos violentos, tratadas como animais reprodutores sem sentimentos, desejos nem vontade. Como menos que humanas. Pessoas negras foram escravizadas, no maior crime contra a humanidade da nossa história. Pessoas LGBTQIAPN+ passaram pelo indescritível. Pagãos, ateus e qualquer um que não partilhasse da fé cristã, ou dos seus moldes, foram tratados como menos que humanos, e dignos de qualquer violência, afinal, quem cometia os atos mais perversos e bárbaros acreditava fazer em nome do deus que pode perdoar tudo, não importa o quão terrível e irreversível na vida alheia seja o seu erro.
Tenho medo de um dia acordar em um mundo semelhante ao passado. As vezes sinto que vivi nesses tempos macabros, e que as memórias estão prestes a voltar. Tantos desejam o retorno de tudo que houve de pior na sociedade, chegando a exigir o fim de direitos conquistados pela luta de milhões que não resistiram, mas não desistiram até o último segundo de suas vidas.
Por que é tão difícil aceitar a liberdade alheia? Por que parece tão difícil para tantos olhar o outro com mais empatia? Cuidar das suas próprias vidas, e deixar em paz as escolhas e consequências alheias que apenas dizem respeito a própria pessoa? Era de se esperar que o tempo mudaria e melhoraria a sociedade, a humanidade, mas o que vejo são vermes rastejantes desejando reviver o que de mais cruel tivemos no passado, sempre em nome do mesmo pseudo deus pelo qual tanto sangue inocente foi e continua sendo derramado.
A minha heresia me faz orgulhosa da minha existência estar tão oposta aos hipócritas, falsos moralistas estúpidos e ignorantes que se auto intitulam "cidadãos de bem". Que meus deuses me livrem de ser, ainda que minimamente, como esses que só sabem julgar e ver o "erro" sempre no outro. Que se acham donos da verdade absoluta, vivendo de inveja, falsidade e repressão. Muitos são as baratas que torcem pelo inseticida, ou o frango que faz propaganda pra Sadia. Não há amor, apenas um jogo de aparências em suas vidas e corações vazios.
Vivem pela ignorância e estupidez, recusando qualquer melhoria, evolução ou conhecimento. Se recusam a ver a pluralidade, a diversidade, que são a verdadeira beleza desse mundo terrível onde vivemos. Eu nunca pertenci e nem pertencerei a esse lugar. Nunca vou entender todo esse ódio gratuito e sem sentido desses que só tem lama por dentro, mas sempre vai me entristecer ver até onde o ser humano pode ir em nome de nada, apenas para machucar aqueles que tiveram a coragem que eles nunca tiveram. Mas enquanto eu viver, lutarei pela liberdade de todas as pessoas, e serei livre, o tanto quanto puder ser nesse mundo. Tenho orgulho de ser o diabo para aqueles que seguem um deus misógino, infanticida, ególatra, narcisista e terrívelmente humano naquilo que há de pior na humanidade.
- Marcela Lobato
Amar foi inevitável...
Embalando um sentimento que cresceu sem fazer alarde.
Essa pessoa não é de se declarar à toa, mas aos poucos foi percebendo que você se tornou parte da rotina — um apoio emocional muito importante.
Existem pequenos gestos que vêm anunciando esse amor muito antes das palavras.
As palavras são apenas um sacramento, selando tudo isso.
E mesmo sem perceber, você também foi se entregando a essa construção. Há algo sendo edificado...
Já era amor há tempos.
O silêncio entre vocês não era desconfortável — era cumplicidade.
Está nascendo uma certeza dentro dessa pessoa, uma certeza tranquila, madura, sem pressa.
Não se trata de uma paixão avassaladora, mas de uma presença que faz sentido.
E amar, nesse caso, virou consequência do dia a dia.
Já fazem alguns meses que vocês compartilham uma troca, uma intimidade... algo juntos.
O amor é uma energia, uma essência que transcende.
E isso vem sendo construído, tijolo por tijolo.
O tempo que vocês passam juntos vem fortalecendo algo sólido, silencioso, mas totalmente real.
Essa pessoa já percebeu: o jeito como você olha, a paciência que demonstra, a presença constante — tudo isso tem um peso emocional que ultrapassa qualquer amizade ou envolvimento casual.
Ela sente que te amar é inevitável, porque é ao seu lado que ela se torna melhor: mais calma, mais segura, mais confiante.
Você virou o lar emocional antes mesmo de qualquer rótulo, entende?
E mesmo que ainda não tenha expressado em palavras, ela já te ama.
O que falta é apenas a coragem de dizer.
O “eu te amo” vai sair — e você vai saber que é sincero.
Vai marcar um antes e depois.
Porque, uma vez ditas essas palavras, vocês vão sentir que algo se consolidou.
Algo que o tempo preparou e que agora se revela, dando início a algo muito mais forte.
Essa pessoa já te salvou.
E quando digo que te salvou, é porque foi muito importante em um momento de tempestade emocional na sua vida.
Foi assim que essa convivência foi crescendo.
Ela já te ama — e já te viu nos momentos mais complicados.
Isso é prova de amor: quem não pula do barco na primeira tempestade é o tipo que não explode — ele floresce a cada dia, no gesto mais banal, no toque mais simples, no olhar mais presente.
Você vai perceber que era exatamente o que procurava.
Porque há maturidade, equilíbrio, entendimento...
Vocês vão construir algo grandioso juntos, sentimentalmente falando.
O amor, quando é verdadeiro, vem sem aviso — e transforma tudo ao seu redor.
Tarot, Clarividência on-line
A missão de Jesus
Jesus foi o escolhido
para cuidar das almas que caminham na Terra…
A cruz — talvez —
tenha sido apenas parte de um roteiro maior,
um chamado silencioso,
uma tentativa de tocar corações adormecidos.
Porque sua missão nunca foi a dor…
sempre foi o amor.
E ainda é.
Ele permanece —
na espera suave de quem precisa,
no amparo invisível de quem cai,
no silêncio que acolhe.
Enquanto existir uma única alma perdida,
uma única lágrima esquecida,
Ele não parte…
Ele fica.
Mais que destino, foi profecia
Grande demais para ter uma festa, pequena ainda para entender que ela é a homenageada, mas que a celebração é minha.
Aquele laudo inesperado, meses antes do casamento, dizendo que eu não seria mãe; as lágrimas secando, a cura e a volta da razão...
Aquilo tudo não era uma sentença, porque nada pode contra Deus, e Ele já tinha me mostrado o resultado final.
Era fé.
Era destino.
Era profecia.
Era amor.
E já estava escrito, lá nas estrelas e no meu caderno, quando eu era apenas uma adolescente.
Às minhas gêmeas, Iala e Isla, e ao caçula, Iarane Jr. Era como se o meu amigo imaginário saísse dos meus sonhos, das nossas conversas telepáticas intermináveis, e viesse ao meu encontro para ser o pai dos meus filhos. Sim, estava escrito. Eu mesma escrevi... porque Deus me permitiu.
Então, era apenas uma questão de tempo. Eu esperaria um ano, faria tratamentos, desceria qualquer escada de joelhos, não por duvidar Dele, mas porque acreditava que nada vem de graça; é preciso merecer.
Coloquei uma data, sem compreender o tempo divino. Não sabia que aquele sono inesperado durante o show do Cirque du Soleil, enquanto tentava assistir ao La Nouba, nem que o sono durante as apresentações da NASA, em Cabo Canaveral, e a fome constante no Magic Kingdom eram por acaso.
Ela era, realmente, uma princesa vivendo o seu primeiro drama: uma viagem clandestina de ida e volta, acompanhada da irmã.
Aquele teste de farmácia e o exame de sangue não eram as provas necessárias para um milagre. A confirmação viria no ultrassom. Mas a alegria e a dor, muitas vezes, moram juntas, e, naquele dia, apenas um coração batia.
Eu não estava errada. Ele não errou. Talvez fosse apenas o intervalo entre as linhas... Talvez, quando pensei que havia perdido, Deus apenas estivesse me conduzindo a um novo destino.
Logo entendi que o tempo e o espaço trabalham de maneira diferente no mundo divino. Nem toda alma gêmea chega junto, e nem todo gêmeo nasce ao mesmo tempo.
Eu iria até o infinito. Brigaria com o inimigo. Seria humilhada e viveria uma vida diferente daquela que imaginei... tudo para proteger, para vê-la feliz.
Existe algo muito maior, muito além daquilo que conseguimos compreender. É difícil explicar. Pequeno para mim e, ao mesmo tempo, grande demais para uma menina entender que tudo é uma questão de amor e fé...
Ou talvez de fé e amor.
Última Conversa — Paulo Fernando | Menino Confuso
Você foi o amor mais intenso que eu já vivi, mas, ao mesmo tempo, aquele que mais me magoou.
Nunca pensei que a nossa história terminaria assim. Durante meses, pensei em te escrever, em tentar descobrir se ainda existia algum sentimento em você por mim, mesmo sabendo que você já estava com outra pessoa. Porque eu te amei. E nem sabia que era capaz de amar alguém dessa forma.
Hoje, não te amo como antes, mas ainda guardo com carinho as boas memórias que construímos. As ruins, eu perdoei. Não porque deixaram de doer, mas porque não quero mais revivê-las.
Nunca imaginei que conseguiria apagar as nossas conversas. Fiquei sete meses preso a elas. Foi mais fácil me desfazer de tudo o que você me deu, de tudo o que fazia lembrar você. Mas aquelas mensagens… nelas eu sempre encontrava um pedaço de nós, e era nelas que eu permanecia preso. Até hoje.
Comecei a sentir vontade de encerrar tudo quando percebi que ver você olhando as minhas coisas já não me afetava como antes. O teu sorriso já não trazia a luz que um dia iluminou os meus dias. E, se eu já não sentia mais necessidade de olhar a sua vida, também não fazia sentido continuar deixando uma porta entreaberta para que você observasse a minha. Foi por isso que apaguei tudo.
Chorei.
Chorei porque foi a história mais bonita que eu já vivi. Cada momento ao teu lado parecia pura mágica. Mas, ao mesmo tempo, também foi o meu maior pesadelo.
Naquele dia, na praia, na nossa última conversa, foi como se cada palavra sua fosse um soco. E pensar que foi justamente no mar, no nosso primeiro encontro, que eu me apaixonei por você. Terminar tudo exatamente onde tudo começou foi um choque difícil de explicar.
Mas a dor da despedida foi ainda maior.
Naquele instante, eu olhei para você completamente ferido e disse adeus. Você sorriu. Até hoje não sei se era nervosismo, indiferença ou deboche. Só sei que doeu. Porque, mesmo naquele momento, eu ainda estava aberto para você.
Sempre foi você quem eu quis.
Eu só queria entender você um pouco melhor. Também queria que você tentasse me compreender. Mas não aconteceu. E, mais uma vez, eu me perdi dentro de um amor que não encontrou o mesmo caminho de volta.
Hoje, quando apaguei as nossas conversas, não foi porque deixei de reconhecer a importância da nossa história. Foi porque entendi que algumas lembranças precisam permanecer apenas na memória, e não mais na tela de um celular.
Você sempre fará parte de um capítulo importante da minha vida. Um capítulo que me ensinou a amar com toda a intensidade que eu tinha, mas também a entender que nem todo amor foi feito para permanecer.
A dor não desaparece de uma vez. Ela aprende, aos poucos, a morar em um lugar onde já não controla os nossos dias.
E, finalmente, hoje, esse ciclo acabou.
— Paulo Fernando | Menino Confuso
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