Foi Deus que fez o Vento

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O que é o amor?
Se com ele não houve conexão?
Se não foi referência?
Se por ele mente e corpo não foram nutridos?
Se não houve experimento?
Se não houve vivencia?
Se não foi visto?
Se não foi sentido?
Como oferecer algo desconhecido?

É duro aceitar que você nunca vai contar a parte da história em que você foi a vilã , mas ainda assim eu sigo, aprendendo a transformar a dor em coragem e o silêncio em força para não me perder de mim.

Parabéns, Mulher

Demétrio Sena - Magé

Minha vida sempre foi e continua sendo rodeada por mulheres fortes. Fortes como o próprio mundo exige que a mulher seja, em razão do machismo e da misoginia de uma sociedade profundamente patriarcal. Minha mãe, cuja força moldou a resistência de suas nove crias, como parecia improvável para todos a mera sobrevivência. Minha avó materna, minhas tias, irmãs, e as inúmeras amigas que tive ao longo dos meus anos me ajudaram muito em minha formação como pessoa.

Tempos depois me casaria com uma das mulheres mais fortes e generosas que já conheci, e com quem tive a sorte de me casar. E tenho, ainda, duas filhas que também forjam minha índole e com as quais aprendo bem mais do que sempre julguei ensinar. As preocupações que tenho com elas, por saber em que mundo vivemos, é compensada pela admiração que tenho por ver o quanto elas enfrentam as próprias adversidades e não desistem.

A luta pelos direitos sociais e políticos, a busca de um mundo que as incluísse com respeito e dignidade, iniciada no índio do Seculo XX, pela ativista alemã Clara Zetkin, ainda tem muito o que vencer. A sociedade, vocábulo feminino, mas que abriga um patriarcado perverso, preconceituoso e feminicida, tem muito a ser erradicado, conscientizado e vencido nesta questão, para se tornar uma sociedade justa. Humana. Coerente. Parabéns, mulher, por não se deixar sucumbir!
... ... ...

Respeite autorias. É lei

Ela me chamou de idiota.
E eu ri.

Porque não foi ofensa.
Foi daquele jeito que só quem gosta fala.
Idiota leve.
Idiota que não pesa o clima.

Eu sou esse cara.
O que faz graça sem maldade,
o que quebra o gelo quando tudo fica sério demais,
o que entra no jogo só pra fugir um pouco do mundo.

E ela riu comigo.
Isso ficou.

Se eu erro, ela ri.
Se ela ri, eu fico bem.
É simples assim.

Ser idiota assim não dói.
É cuidado disfarçado de brincadeira.
É amizade que acolhe.

Então se eu sou idiota,
que seja desse jeito —
o tipo que arranca risada
e guarda carinho no meio da zoeira.

O agora é sempre o maior presente.

O ontem já foi, o amanhã ainda não chegou. Só o agora está nas mãos.

Quem aprende a viver o presente descobre que todos os dias são dádivas.

Pâmela nunca foi metade.
Era decisão, intensidade, excesso.
Cabeça dura, dessas que não recuam,
dessas que ensinam sem pedir licença
onde a gente precisa mudar.
Você sonhava alto demais…
e eu sempre com os pés presos no chão,
vendo o copo meio vazio
enquanto você insistia em transbordar.
Eu via maldade em tudo,
você via beleza onde eu já tinha desistido de procurar.
E talvez por isso a gente tenha se perdido.
Porque você também era fogo
e fogo não sabe ficar parado.
Gostava de flertar com o mundo,
de viver no limite,
de sentir tudo no máximo…
até quebrar o que não podia.
Você quebrou.
Sem grito, sem aviso.
Só quebrou.
Mesmo assim, tem coisa que fica.
A gente na estrada,
Formosa passando pela janela,
e o Salto do Itiquira despencando
como se tudo fosse eterno naquele instante.
E olhando o Salto do Itiquira cair,
eu pensei…
talvez eu nunca tenha sabido saltar.
Sempre fui chão,
enquanto você era queda.
E talvez tenha sido isso
que nos quebrou.
E talvez tenha sido.
Porque mesmo depois de tudo,
mesmo depois de você ter sido
tudo o que me construiu
e o que me destruiu…
ainda tem um pedaço de mim
que lembra de você
como se não soubesse
como deixar de lembrar.

Te encontrar foi descobrir que a felicidade também pode doer, e que a tristeza, quando é tua, ainda assim vem cheia de luz

Porque no meio de um mundo barulhento, você foi silêncio. Um silêncio que dizia tudo. Eu te vi e algo em mim... se reorganizou. Não foi escolha. Foi inevitável. Porque algumas conexões não precisam de lógica — só acontecem. E é isso que dizem sobre almas gêmeas, certo? Que elas se reconhecem antes mesmo de se conhecerem. Que elas se pertencem. Eu nunca acreditei nisso, até você.
Nos apaixonamos não por vontade, mas por falta. A falta de algo que a gente nem sabia que precisava até olhar nos olhos da pessoa certa. Ou errada. Ou perfeita demais pra caber em qualquer definição segura. A gente ama porque precisa se sentir inteiro. E você me fez acreditar que era possível.
Mas então veio o vazio. A ausência. Saudade?
Não. Não é só saudade. É abstinência. Do seu cheiro, do seu toque, do seu caos que fazia sentido. Ou parecia fazer. Você foi embora, mas ficou. Em cada canto. Em cada pensamento. Em cada pensamento de seguir em frente.
E eu me pergunto, toda noite, você ainda me ama?
Será que sente falta? Será que lembra da gente como eu lembro? Porque eu tento esquecer, mas não consigo. Porque amar você foi o que me fez crescer. E se tudo que fiz foi errado... foi pelo amor certo. O seu.
Então, no fim de tudo, eu volto à pergunta que nunca cala:
Por que você?
Porque sempre foi você. Desde o primeiro olhar. Desde antes do primeiro toque. Porque no meio de um mundo inteiro... Nós nos encontramos


E agora, dizem que é hora de... seguir em frente.
É, eu sei, as pessoas gostam de ouvir isso, não é? Achar que a dor vai embora só porque você diz isso em voz alta. Acontece que as palavras são apenas isso — palavras. E eu... bem, eu sou bom com palavras. Eu sei como fazer parecer que estou bem. Como fazer parecer que já não ligo mais.
Como se o coração entendesse comandos. Mas não é assim que funciona, é? Seguir em frente não é sobre andar... é sobre deixar pra trás. Esquecer. Apagar. Enterrar.
Você.
E como eu poderia fazer isso? Como se apaga alguém que se tornou sua vida? Como se esquece do sorriso que fazia você se esquecer de todos os problemas, o riso que fez sentido onde só havia ruído?
Você foi o começo. O meio. E, mesmo que tenha ido embora, ainda é o fim de tudo que veio depois.
Mas, se sou honesto, eu não esqueci de você. Não é fácil esquecer. Mas quem realmente esquece, não é? A memória de tudo que compartilhamos, tudo o que fizemos, permanece. E eu sou grato por isso. Grato por ter experimentado o que é verdadeiramente sentir. Porque, no fim das contas, são as experiências que moldam a gente. Você me moldou. Não da forma que eu imaginava, mas de um jeito que, de alguma forma, me ensinou a ser mais... real.
E isso, por mais doloroso que tenha sido, valeu a pena. Mesmo que eu nunca tenha sido capaz de seguir completamente em frente, eu me tornei alguém diferente. Alguém que agora sabe que a dor, a saudade, o vazio — tudo isso pode coexistir com o crescimento. Pode coexistir com o agradecimento.
Você fez parte de uma parte importante de mim, e talvez isso seja o suficiente. Não sei se um dia vou realmente esquecer. Mas aprendi que não preciso disso. Não agora. O importante é que eu aprendi a valorizar o que ficou. Eu realmente agradeço. Porque sem você, sem o que vivemos, sem o que me fez sentir, eu nunca teria chegado a esse ponto. O ponto onde posso olhar para tudo e dizer: 'Eu estou bem.'.

Foi Amor a primeira estrofe, sem toque,sem contato.
Eram apenas palavras, em versos e prosas. Éramos próximos sem nunca termos nos encontrados. Ela sempre foi faltosa neste sentido. Falávamos madrugada a dentro,confissões, emoções, sentimentos sentidos e declamados, éramos dois desconhecidos falando de Amor.
Faby....(*."

Time...Tic..Tac.


O tempo passou e levou tudo aquilo que nosso foi.
As longas conversas madrugada a dentro, sorrisos, gargalhadas...
Passou levando os encontros marcados, os bons dias e as boas noites.
Passou e foi passando e com ele lavando tudo aquilo que um dia programamos e jamais aconteceu.
Passou e infelizmente passamos ao mesmo tempo que ele.

Minha vida sempre foi disfarce, nunca foi como queria, sempre achei que poderia ser amada, mas isso pelo visto nunca vai acontecer.

Ser trocado dói.
Mas às vezes o que mais dói é perceber que o amor foi embora em silêncio.

“ A vida foi passando, e hoje entendo
tudo que perdi e tudo que ganhei,
antes eu era imaturo e não sabia
muitas coisas sobre o amor, mas agora se quiser conversar, eu estou aqui.”

"Te esperar nunca foi perda de tempo,
foi preparação para o infinito."

“O nosso erro foi simples:
nos aproximamos demais,e agora
o coração luta todos os dias
tentando esquecer...
você deixou um gosto bom em mim.”

"A vida foi passando e hoje entendo que nunca foi tempo perdido... foi uma experiência que eu tive que passar."

“Se mexeu com você,
não foi só som
foi sentido.”

Você, homem ou mulher, foi ensinado a temer o fim do mundo como se ele fosse um evento externo, espetacular, definitivo. Um clarão no céu, uma guerra final, um colapso irreversível. Desde cedo, você aprende a olhar para fora em busca de sinais de destruição, enquanto ignora o desgaste silencioso que acontece dentro. Toda vez que crises se acumulam, que conflitos armados explodem, que economias entram em colapso, alguém repete o mesmo anúncio antigo: agora é o fim. E você quase acredita, porque essa narrativa poupa você de olhar para a parte mais incômoda da verdade.



O mundo não está acabando. O que está em curso é outra coisa, mais lenta, menos cinematográfica e muito mais íntima. É a progressiva desconexão do ser humano consigo mesmo. É a normalização da indiferença, a substituição do pensamento pela reação automática, o abandono da responsabilidade pessoal em nome de sistemas, ideologias ou sobrevivência imediata. Você chama isso de caos global, mas o nome mais preciso é erosão interna.



A Terra permanece. Ela sempre permaneceu. Antes de você existir, ela já assistia a civilizações inteiras nascerem, prosperarem e desaparecerem. Ela viu impérios que se diziam eternos virarem ruínas turísticas. Ela testemunhou religiões dominantes se tornarem notas de rodapé na história. Nada disso a abalou. O planeta não depende da sua organização social, da sua moeda ou da sua narrativa de progresso. Quem depende é você.



Quando você diz que o mundo está acabando, você está falando, sem perceber, da falência de um modo de viver que já não se sustenta. Você está falando da exaustão de um modelo que exige produtividade sem sentido, relações descartáveis, competição constante e anestesia emocional. Você sente o peso disso no corpo, mesmo que não saiba nomear. Sente no cansaço crônico, na ansiedade difusa, na sensação de estar sempre correndo atrás de algo que nunca chega.



O anúncio do fim do mundo se repete porque ele funciona como uma válvula de escape psicológica. Se tudo vai acabar, então nada precisa ser profundamente revisto. Se o colapso é inevitável, você se isenta de responsabilidade. Você pode continuar vivendo no automático, repetindo padrões herdados, adiando escolhas difíceis. O apocalipse vira uma desculpa elegante para a inércia.



Mas observe com atenção. Geração vai, geração vem. Sempre houve guerras. Sempre houve fome. Sempre houve injustiça. O que muda não é a existência do conflito, mas a forma como você se relaciona com ele. Hoje, você consome o sofrimento como conteúdo. Você assiste à destruição em tempo real, entre um vídeo curto e outro, sem metabolizar nada. A dor vira ruído. A tragédia vira estatística. E você segue, cada vez mais distante da própria sensibilidade.



Esse distanciamento não acontece de uma vez. Ele é construído em pequenas concessões diárias. Você aceita um trabalho que te esvazia porque precisa pagar contas. Depois aceita silenciar valores para manter estabilidade. Em seguida, normaliza relações rasas porque não tem energia para profundidade. Quando percebe, você não sabe mais o que sente, apenas reage. Não é o mundo que está em ruínas. É o seu contato consigo.



A ideia de que o mundo vai acabar também carrega um desejo oculto. O desejo de que algo externo resolva o que você não quer enfrentar. Um colapso total dispensaria decisões individuais. Não seria mais preciso escolher com consciência, sustentar limites, rever prioridades. Tudo seria varrido de uma vez. Esse desejo não é consciente, mas ele existe. Ele nasce do cansaço de viver sem sentido.



Só que o mundo não colabora com essa fantasia. Ele continua girando, indiferente às suas previsões apocalípticas. Enquanto você espera o fim, a vida segue exigindo presença. O tempo continua passando. O corpo continua envelhecendo. As escolhas continuam acumulando consequências. Não há pausa cósmica para quem está confuso.



O que realmente está em crise é a forma como você foi ensinado a existir. Uma forma baseada em comparação constante, medo de ficar para trás e uma busca incessante por validação externa. Você mede valor por desempenho, sucesso por visibilidade, felicidade por aparência. Esse modelo adoece porque ignora algo básico: você não é uma máquina de produzir resultados. Você é um ser humano que precisa de coerência interna.



Quando essa coerência se rompe, tudo parece um fim. Relações desmoronam. Profissões perdem sentido. Crenças se mostram frágeis. Você chama isso de colapso civilizacional, mas é também um colapso de identidade. Quem sou eu sem os papéis que desempenho? Quem sou eu sem as promessas que me venderam? Essas perguntas assustam mais do que qualquer guerra distante.



O discurso do fim do mundo também mascara uma recusa em amadurecer. Enquanto você acredita que tudo está prestes a acabar, você se mantém numa posição infantil diante da existência. Espera que algo maior decida por você. Espera que líderes, sistemas ou catástrofes definam o rumo. A maturidade começa quando você aceita que não haverá resgate coletivo. Haverá apenas escolhas individuais feitas em contextos imperfeitos.



Isso não significa negar a gravidade dos problemas reais. Guerras matam. Crises econômicas destroem vidas. Sistemas são injustos. Tudo isso é concreto. Mas nada disso elimina a sua responsabilidade sobre como você vive, pensa e se relaciona. Você pode estar em um mundo caótico e ainda assim escolher lucidez em vez de anestesia. Pode escolher consciência em vez de cinismo.



A Terra não pede que você a salve. Ela não depende da sua angústia. Quem precisa de cuidado é você. Cuidado no sentido mais radical da palavra. Atenção honesta aos seus padrões. Às narrativas que você repete sem questionar. Às crenças que te mantêm pequeno enquanto fingem te proteger.



O verdadeiro apocalipse não vem com sirenes. Ele acontece quando você abandona a capacidade de sentir, refletir e agir com integridade. Quando você terceiriza sua consciência. Quando você se convence de que não há alternativa, mesmo sem ter explorado nenhuma profundamente. Esse fim não vira manchete, mas ele molda uma vida inteira.



Você não precisa esperar que o mundo melhore para começar a se reorganizar internamente. Essa espera é outra armadilha. A história mostra que o mundo raramente oferece condições ideais. Mesmo assim, pessoas lúcidas existiram em todas as épocas. Não porque eram otimistas, mas porque eram responsáveis por si.



Geração vai, geração vem, e a Terra permanece. O que muda é o nível de presença com que cada ser humano atravessa seu tempo. Você pode atravessar este momento repetindo o coro do fim, ou pode atravessá-lo como alguém que decidiu parar de fugir de si. Não é uma decisão confortável, mas é uma decisão adulta.



Este texto não existe para te acalmar. Existe para te lembrar de algo que você já sabe, mas evita encarar. O mundo não vai acabar para te poupar do trabalho interno. Ele vai continuar, exigente, indiferente, fértil. E você terá que escolher se vai seguir se perdendo em narrativas de desastre ou se vai recuperar o fio da própria consciência.



Não há promessa de redenção coletiva. Não há final épico. Há apenas a possibilidade diária de alinhar pensamento, ação e responsabilidade. Isso não salva o mundo. Mas impede que você desapareça de si mesmo enquanto ele segue existindo.



E talvez seja isso o que realmente importa.

Hoje não foi um dia bom, nós nos afastamos nem sei por quanto tempo e está doendo muito. Tô aqui lembrando do seu rosto, da sua imagem, mas foi a decisão que tomamos juntos, e mesmo assim me arrependo, mas as circunstâncias nos levaram a isso e se tornou o mais correto a se fazer, mas como eu não tenho um coração, pois o que bate no meu peito é todo seu, nossas memórias sempre estariam aqui. Eu te amo por toda eternidade!

O fundo do poço foi meu ponto de partida.
Ali, eu decidi que não ia afundar, ia criar um negócio. E hoje, minha missão é te mostrar como fazer o mesmo.