Foi Deus que fez o Vento

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⁠A brisa de desesperança me envolve, um vento gelado que corta minha alma e me sussurra segredos sombrios. Caminho pelos bosques sem fim de desespero, onde as árvores retorcidas ecoam meus pensamentos mais sombrios. A solidão é minha única companhia, uma paz que é ao mesmo tempo meu refúgio e minha prisão. No silêncio, ouço o eco do meu próprio vazio, um eco que ressoa como um lamento solitário. Cada passo que dou na escuridão é como um passo mais profundo na espiral do desespero, onde as sombras dançam ao redor de mim, como fantasmas de sonhos quebrados, a esperança parece sempre distante, uma estrela fraca no horizonte, e eu me pergunto se algum dia vou encontrá-la novamente. Enquanto a noite avança, eu me entrego à melancolia que me envolve, um abraço triste que se tornou meu lar. E assim, continuo a vagar por entre os bosques sombrios da minha própria mente, perdida na tristeza, em busca de mim mesma.

Inserida por Emylyaf

O tempo passa como poeira que baila com o vento ficando as lembranças perdidas no meu espaço, cria-se um compasso entre a realidade de agora e o sonho de outrora. Meses e meses eu caminho só. No meu íntimo continuo a lembrar da nossa primeira vez. Fomos adolescentes, fomos crianças, loucos jovens maduros, fomos até inconsequentes, mas nada apaga um amor como esse que se foi e somente lembranças ficaram. Meus olhos continuam como rio que desce, continua como lâmina que fere. Na minha face meus olhos inflamados, no coração o aperto da perda brusca e na minha alma a memória conserva aquele amor interrompido e de um adeus contido ainda em lágrimas.

Inserida por yonnemoreno

Sempre que a tristeza me assola, fecho os olhos e deixo o vento passar.

Inserida por yonnemoreno

⁠O amor às vezes
Parece rajada de vento
Ao passar
Assusta
Derruba
Machuca
Mas depois
A gente levanta
E vida que segue!

Inserida por yonnemoreno

Devaneios
⁠Caminhando pela praia, sinto a suavidade da areia sob meus pés. O vento brinca com meus cabelos enquanto nossos olhares se encontram. Observo cada gesto teu com profunda emoção, capturando tua expressão no retrato que guardo comigo. De mãos dadas, trocamos ternuras, e a umidade dos lábios denota palavras não ditas, que se perdem no silêncio da brisa marinha. Apenas os murmúrios do mar testemunham nossa presença. O dia se torna uma extensão de nossa própria pele... Ah, doce vida!

Inserida por yonnemoreno

⁠"Meu sentimento tornou-se como o vento, um impulso encarcerado em gestos imperfeitos. É um sentimento que se desfaz em pó... Havia tanto para ser vivido, mas em um faz-de-conta persistente que não encontra sobrevivência; que começa, mas nunca alcança o fim! Como podemos viver algo que se desfaz a cada palavra impensada, a cada silêncio profundo, a cada fuga de si mesmo? E como se pode extinguir o que é tão vivo por dentro e se transforma em apenas poeira por fora? Nessa busca incessante e inerte, continuo ensaiando sonhos para não te recordar, treinando fantasias para te esquecer... Saudades!"

Inserida por yonnemoreno

Meu sentimento tornou-se vento, impulso encarcerado no gesto imperfeito, no sentimento que vira pó... Havia muito pra ser vivido, mas em um faz de conta insistente que não sobrevive, que há começo e não chega ao fim! Como se vive algo que se desmancha a cada palavra impensada, a cada silêncio de abismo, a cada fuga de si mesmo? E como se mata o que é tão vivo no lado de dentro e só poeira no lado de fora? E nessa busca incessantemente, inerte vou ensaiando sonhos de não te lembrar, vou treinando fantasias de te esquecer...
Saudades!!!!!

Inserida por yonnemoreno

Andando pela praia
Cabelos ao vento
Olhos nos olhos
Mãos dadas
Bocas molhadas
Ondas isoladas
Brilho
Doce sedução
E nós em pelo nu amor.
Fizemos amor!
A vida pode ser um tanto complicada
Se você não acreditar em seus sonhos
Eu acredito de alma, com a alma.
Mas naquela noite
Na noite fria te vi chorar
Momentos eram de felicidades
Você estava com sua
É... rica!
Sua pequena contigo estava lá
Mas ao passar do êxtase
Veio os momentos sofridos
Como vento frio
A bater na face cansada
Você dilacerado
Eu não quero lembrar
Meus olhos molhados ficaram
Pela vastidão de lágrimas derramadas
Ainda em brasa doem
Elas são lâminas de aço
Ferem.
Mas mesmo assim
E com tudo isso, enfim.
Saudades há em mim
Daquele lar que foi sim, meu paraíso.
Quantos mistérios de cá meu motoqueiro da vida
Meu roqueiro do mar
Fomos escolhidos a bailar
Pra viver aqueles momentos
Embalados naquela morada.
Nosso lar
Mergulho infinito foi.
Agora como Titanic está
Você meu ser em águas translúcidas
Puro
Preluzente
Agora sim
Em todo o seu eu
Livre, enfim, livre para voar!
Livre para amar
Meu rei do mar!

Inserida por yonnemoreno

Palavras solta ao vento,
algumas vem com um pensamento,
que, as vezes ofende e não edifica,
o coração acompanha as nuvens,
vai chorar suas lágrimas em lugares isolados.

Inserida por ostra

Todas as manhãs quando saio,
Recebo um doce elogio,
Minhas flores agitadas pelo vento,
Me cobrem com pétalas com perfume seleto,
E assim vou sorrindo viver o dia 🌾🌻✨

Inserida por ostra

⁠Ah, o vento no teu rosto
aposto
que vai te dar asas...
Vai... Voa
e Póvoa
este espaço que é todo teu!
***
🕊️

Inserida por ostra

⁠Um temporal desabou
E veio acompanhado de um vento
Que, saiu sacudir árvores, despindo-as
De suas folhas e atirando-as nas faces dos transeuntes...
E eu na rua procurando um abrigo,
Antes que o meu guarda chuva virasse um para quedas...
Achei uma cobertura e ali fiquei a espera que, a tempestade acalmasse.
E neste ínterim, os pingos enormes parecia pontos de exclamação
batendo no chão...
E pareciam dizerem: vamos virar enxurrada e cair na correnteza,
dessa rua a beleza,
entupindo todas as bocas de lobo,
transformando tudo em bueiros de lixo...
***

Inserida por ostra

⁠✍️...

"Já fui jovem,
hoje sou idosa,
uma rosa
se desfolhando ao vento da paisagem!
***

Inserida por ostra

Sobrenome: "Saudade"...

...O vento deflora meu anseio secreto de ti
Minha essência acredita neste misterioso sentir...
E num abandono tão profundo. ..Que nos separa do abraço

Grita a minha solidão pelo meu nome... Longe... Bem longe!

Já não sei se ouvi versos ou caminharem bruscos

Mas sinto o silencio dos teus passos...
Ou terá sido teu doce espírito...?
Onde estás? Para onde levaste o amor?

Disfarçado de ternura surgiste numa tarde...
E partiste noutra sem aviso... Dilacerando meu sentir...
Sou poeta porque achei a causa enigmática de estar aqui
E cheguei numa brisa de sobrenome “saudade”...

Inserida por celinavasques

Nas asas do vento...

Nas manhãs sempre acordo com a sensação
Que sou pássaro sobrevoando o céu...
Em meus lábios um sorriso ao pensar
Num provável reencontro de sentires
...mas só encontro as asas do vento...
Arrancando meus sonhos em meio a tempestades
Sem conseguir acalmar a dor... Da solidão...

Queria lembrar estes sonhos ao amanhecer
Mas... Perco-me em pensamentos e sentires...
Fecho os olhos a divagar sobre as lembranças...
Muitas vezes felizes...
Minha inquieta alma não me deixa ver onde jaz
A verdade ou a ilusão... E eu sigo voejando nas manhãs
Em devaneios...levada pelo vento!

Inserida por celinavasques

Tudo é precioso nas asas do tempo...

Que passa atenta... Voando lenta ao sabor do vento...
Quais são os teus rumos eu pergunto...

- Nalgum lugar onde o sono seja povoado de estrelas
A beira mar...

E eu respondo -
“mesmo que tu sigas estrelas”...
Pensando em vê-las brilhar...
Elas brilham pra ti... No teu olhar!”

As noites ocultam tantos mistérios
Eternizados pelo luar... A mim revelados
E eu te eternizarei...
Ao teu leve toque qual foras uma doce brisa...
A me beijar!

Inserida por celinavasques

E vivo...

E sinto a vida... O vento forte levantar a areia...
E olho o céu de anil
E me deslumbro com suas cores...ao nascer do sol..
Pinto-as em versos
Encantada pela paixão... E escrevo o
Quanto sublime que é o existir... Depois
Entardece... E vislumbro as estrelas... A lua...
A brisa... O perfume de jasmins e dama da noite que
Vem da floresta...
E vejo o vento sorrir... Reinvento-me...
Fecho os olhos e sorvo o que me parece real...
E vivo...

Inserida por celinavasques

Marchar rumo ao horizonte incomum e desabitado
Atormentar o corpo a fleuma do vento...
Com a sensação de temor e da audácia de ser eu mesma...
As razões que tenho são frágeis... Mesmo quando anseio ser intensa
Assim, pago pela causa e efeito de ser louca...
E pela coisa de somente a lágrima revelar que existo...

Inserida por celinavasques

Vidas passadas...

Ah! Este vento sussurrante
Que experimento neste dia frígido...
Penso em ti e neste
Aroma de sonhos e reencarnações...

Nesta noite que não tem estrelas... Apenas as sombras
Escondidas nas muralhas... Do tempo...
E no silencio grito para que me ouças...

Quando te vejo sinto que me encontro com o passado...
Tantos quereres perdidos... E grito para que me identifiques

Vem... Ilumina a minha escuridão...
Sussurra numa poesia... Versos que falem
Desta antiga paixão...
E me liberas das dores arraigadas de alucinação e solidão...!

Inserida por celinavasques

Cansei de esperar-te...

Não quero mais inverno e de sentir frio...
O vento dói em meus ossos...
Não quero mais esse enorme e insurgente sentir
Do amor nada mais quero ...
Sei que virão dias longos de sol ardente mas serão longos dias...
Onde talvez esteja aprisionado este pobre coração
Porque me perdi no tempo esperando por ti...
Pelo teu sorriso...pelos teus abraços...
Não quero mais que o vento devolva esta ansiedade
Pra mim!

Inserida por celinavasques