Foi Deus que fez o Vento

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(Re)Descobertas

O que falar do amor adormecido? Como dizia um grande pensador, “o vento é para o fogo o que a distância é para o amor, apaga as pequenas chamas e aviva as grandes”, dessa mesma forma encaro o amor que sinto agor, ainda é inexplicável, não consigo mais separar o certo do errado, o pecado do não pecado, nem mesmo consigo mais separar ela de mim, ou eu dela, basta nos aproximarmos e ele cresce, sempre foi assim, mas antes eu conseguia controlá-lo, vejo que minha chama era maior do que eu pensava, agora sei, para viver a dois, antes é necessário ser único, fui um só no passado, enquanto ela era uma só, nesse presente, embora sejamos dois corpos, nosso sentimento é único.
O que falar então, apenas do amor? Talvez não tenhamos nada para falar, mas tenhamos tudo para sentir, passei tempo demais sem sentir isso, e agora esse amor me leva e deixo que ele me carregue para onde quiser, pois não existe mais medo, e o que era distância no passado, transformou-se num desejo mútuo de estar perto um do outro e o outro do um, únicos, essa é a palavra, e é isso que separa paixões ardentes, verdadeiras, de paixões medíocres.
Comparações não são bem-vindas quando se trata de amor, existem diversos tipos de amores, e eu redescobri o meu.

Desde pequeno ouvia o vento falar,
Corre, moleque, você vai voar.
Pé no barro, camisa rasgada,
Sede de glória,
vontade de conquistar.

FONTE E SEDE


Quando tua voz, mais suave que o vento da manhã, diz:
“Eu te amo”,
Minhas raízes, fundas na terra do teu ser, sussurram:
“E eu te amo mais.”


E quando eu declaro, como o sol declara ao dia:
"Amo-te mais”,
Teu sorriso, fonte que nunca seca, responde:
“Mas o meu amor é mar que bebe teu rio.”


Assim dançamos, amada,
Neste círculo sagrado de excesso,
Onde medir é perder-se,
E o único vencedor é o Amor,
Que cresce quando se dobra..., infinitamente.

Dia do Escritor


Extensão de Palavras
Ao qual jogo ao vento
Sem esperar nada
Por tudo que há, são sensações
Navegar,Pulsar e Caos
Somos mares e maresias
Observação e fascinante forma de contemplar.


Kaike Machado

Como o vento acaricio teu rosto, deixo teus cabelos em desalinho...passeio suavemente, delicadamente pelos teus olhos e deixo em tu um pouquinho de mim.
Sem toque...porque amar é mais, muito mais...é sentimento !

Ja e mais de meia noite, o vento sopra frio la fora...
Sei que errei, peco perdao!
Suplico que nao va embora...

Quizera ser o vento para soprar suave em teu rosto!!Ou quem sabe ser o sol para iluminar a tua vida.Mesmo a Lua pra brilhar nos teus sonhos..
Mas sou apenas um grão de areia, que pisas sem valorizar... no teu imenso e vasto universo da tua vida ...Que pena.

És como uma tempestade....
e eu sou o vento......
não tenho medo da morte....
a morte é leve e certa.....
tenho medo da vida....
muitas vezes longa......
tantas vezes incerta...
o meu corpo é um deserto....
que fica com saudade...
quando tu não estás....
é como a chuva miudinha...
que cai entre as árvores....
fica com o desejo das tuas mãos...
nos ramos do meu coração.....
o morte que estás à espreita ....
tenho o meu amor à espera...
por isso não esperes por mim..!!!!

As flores do campo
Estão lindas a balançar,
Um suave vento
E o sol a brilhar...

O vento faz trilha nos teus cabelos
Desnudando a tua nuca
Eu, que apenas observo, queria um dia dentro de ti ventar.

Palavras bonitas, com o tempo, o vento leva. Palavras que nos machucam, com o tempo, cicatrizam. Gestos bons, a gente se esquece fácil. Gestos que magoam, a vida é capaz de levar pra sempre. E o que nos faz bem, a gente deixa de lado. É a vida.

Ainda não decidi se amo mais ouvir o som da chuva no telhado, ou do vento nas árvores...

Como posso ser,
Como um destes grãos de areia, no deserto...
Que anda com o vento, em busca de água!
Buscando você!


..

Dar murro em vento, é fazer de conta que age sem reagir.

Borboleta parece flor que o vento tirou pra dançar

E um dia perguntei ao vento:
-O que é o frio?
e ele me respondeu com um assovio
triste que me arrepiou a alma:

-O frio não quer se dar
não quer se entregar
O frio é o Medo de amar

O vento é uma orquestra
cujas notas musicais
se entrelaçam em redemoinhos
cirandando lá fora
num pacto com a natureza...

mel - ((*_*))

No desalento do meu dia
escrevo palavras ao vento
as arvores abrem seu manto
para calar meu tormento
As mãos que meus desabafos escrevem
se encontram agora vazias
das amizades variadas
de traições tão deslavadas
e infinita hipocrisia
Foi nesse falso encanto
que me vestiu de ilusão
Como um verso que sangra
dentro do meu coração
Pois alguns pertensos amigos
oportunistas , desleais
nas costas
me cravaram seus punhais

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O vento da tarde me penteava os cabelos
Eu seguia pelas veredas sinuosas da vargem do Piancó.

Monjolos, juás e malícias me afastavam
do pensar no gado.
Pragas invencíveis, sobreviventes às enxadas e venenos..

O suor escorria inundando todos os meus olhos.

O sol de fogo cozinhando meus miolos.


Divagava pelos anos passados sob meus pés:

Vacas e novilhas nascidas, vendidas;
Bezerrada desmamada, marcada, descornada...

Eu olhava minhas botinas velhas e seguia adiante.
Mais um pouco pra antiga sede.
Uma pinguela de aroeira caída sobre
O córrego, umas braças mais de quintal.

Virei menino nesse sendeiro.
Fui buscar uma foice emprestada..
Emprestei também pedaços de
Passado. E nuvens de lembranças das
Curvas da vida.

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Gosto do inverno...
do frio, da chuva,
do vento gelado na cara em dias de sol
de me enrolar nas mantas
de me aninhar num outro corpo quente
da lareira acesa... se a tivesse