Fizemos Amor
Um dia eu hei de fazer um poema com a beleza dos teus vazios, com a incerteza triste e delicada de tua desilusão.
Passei minha vida evitando complicações, especialmente do tipo romântico. Tendo conhecido você, entendo agora que eu não estava vivendo. É difícil ouvir “amo você”, mas preciso dizer as palavras. Elas estão na minha cabeça durante o dia todo, e se não posso dizê-las, vou escrevê-las repetidamente.
Enquanto não puder tê-la, eu a imaginarei aqui. Seu cheiro, seu cabelo, o sorriso lento de lado quando digo algo que a diverte. Querida, nunca desejei tanto o amanhecer.
Da alma nobre somente o tempo altera o rosto. Porém é típico dos canalhas uma face para cada circunstância!
Assim como os sapatos, os velhos amigos são sempre mais confortáveis do que os novos.
A vida é uma aventura com o início decidido por outros, um fim desejado por nós e tantos entreatos escolhidos aleatóriamente pelo acaso
Quem espera pelo pedido de perdão para só depois concedê-lo, seguramente não o fará de coração, mesmo após tal exigência suceder-se!
Quem nunca se ofuscou com a lua, principalmente quando a gente se pega esquecido e subindo, como ela nos atalhos do céu.
O mesmo respeito que dedico a quem me aplaude eu sinto por quem não me aprecia, porque o melhor prêmio que minha consciência prefere receber é o da sinceridade!
Uma casa é para onde você volta (...). Se não tem uma, por que não arranja algo parecido? Foi o que eu fiz. Um lugar para onde voltar.
Agradeça a Deus pela boa pessoa que você tem sido. E agradeça mais ainda pelos problemas e decepções, pois uma coisa redunda na outra!
Dizem que se não aprendemos com nossos erros, vamos repeti-los. Mas podemos aprender também a abrir mão do passado, a seguir em frente, mantendo o conhecimento próximo sem deixar que ele supere nossa capacidade de tentar e sentir de novo.
