Final do dia
Bom dia !! Feliz sábado ❤❤ Que nosso final de semana seja abençoado e guiado pelas mãos de Deus, que tenhamos mais sorrisos, mais abraços mais afeto e muito mais amor ...pratique o amor, paz e paciência e toda energia do mal vai embora .
Tenho aprendido cada dia mais, a não julgar quem quer que seja. Não concluir rapidamente, a final, você só conhece alguém, quando calça suas sandálias e eu já tenho o meu próprio caminhar.
Ao final de um dia, a fé se torna uma coisa engraçada. Ela aparece quando você menos espera. É como se, um dia qualquer, você percebesse que o conto de fadas é um pouco diferente do seu sonho. Como se aquele castelo pode não ser bem um castelo. E que não é tão importante ter um "felizes para sempre" e sim um "felizes nesse exato momento"...'
A melhor parte do dia é quando finalmente nos deitamos. Há algo de mágico em fechar os olhos depois de tantas horas de movimento, barulho e decisões. É nesse momento que sentimos a paz de quem sabe que o amanhã já está planejado, que os caminhos estão traçados e que não precisamos lutar com a incerteza da vida por algumas horas. Dormir assim é mais do que descanso: é a certeza de que haverá continuidade, de que cada amanhecer é uma oportunidade que nos espera, pronta para ser vivida. É a tranquilidade de saber que podemos descansar sem medo, porque o mundo continuará, e nós, com ele, prontos para começar de novo.
Como é bom chegar no final do dia e ficar assim...
Descansar...
Hoje eu não quero nada que me tire o sossego.
Quando o dia do meu silêncio finalmente chegar, vai doer mais em mim do que em você. Mas vai passar. E em você, a dor vai começar a aumentar, aos poucos… mas ela, ao contrário, não vai passar. A dor vai ficar… para sempre. E ela doerá eternamente.
Hoje é dia 10 de dezembro. Faltam 15 dias para o Natal... E 21 dias para acabar o ano.
Reta final, de fato. É hora de fazer uma retrospectiva do que vivemos, mas com olhos carinhosos. O que deve pesar, são os esforços que fizemos para suportar os dias difíceis, ou para batalhar pelos nossos ideais. Procurar com carinho cada acerto. Apontar nossos erros, mas apenas para que sirvam como aprendizado, não para nos remoermos em culpas ou remorsos. Hora de pesar o amor que demos e recebemos. E de acreditar que ainda dá tempo, seja para o que for.
Nos próximos dias que faltam para acabar o ano, desejo para nós que nos tratemos com carinho. Que descansemos o suficiente para ter clareza em nossas relações, e também no que precisarmos cumprir ou resolver. Desejo que tenhamos paz. E fé. E aquela notícia boa que aquece o peito e mareja os olhos de alívio e felicidade. Para esse restinho de 2021, desejo fortemente a presença de Deus em nossas vidas.
Josy Maria
No dia em que você finalmente descobrir a verdade — que eu te amei — vai se aproximar, sutilmente, esperando o mesmo de mim. Mas não terá minha atenção, pois o tema capotou... O amor por você acabou. Acredite, foi você quem deixou escapar a oportunidade...
Academia em dia✅️
Poucas amizades✅️
Na cama às 21h✅️
Final de semana acordando sem ressaca✅️
Alimentação saudável✅️
Cuidando da minha vida✅️
feliz por ter encontrado
o vício certo.
_Suedson Corey
Pare de encontrar dificuldade na dificuldade, caso ainda não tenha chegado ao final do dia, ainda não ficou difícil o suficiente e pode piorar, então não dificulte o que já é difícil.
Hoje em dia, usar ponto final já é sinal de ostentação, tem gente economizando até na pontuação, vírgula e exclamação!
O Reflexo que Fica: "Aprenda a decorar as paredes do seu silêncio. No final do dia, todos os outros ruídos se apagam, e apenas a sua própria voz resta para lhe contar uma história de ninar."
Durante o dia, ou no final dele, tire um momento para pensar nos seus erros, acertos e no seu próprio crescimento. Não precisa contar para ninguém; foque em você. Um olhar atento mostra respostas e caminhos que só você consegue entender.
Ei você
Sorria você está sendo filmado
não se preocupe em ser feliz
Não final do dia você será obrigado,
“tudo vai dar certo”, sempre alguém diz.
Que cansaço, abro a janela
O céu tá em chamas
Ligo o fogão, feijão na panela,
Ninguém liga, ninguém reclama.
Olhem ao redor,
Tudo está belamente destruído
E dizem querer um mundo melhor,
Até agora nada foi construído.
Falam tanto em poluição ambiental,
Esqueceram que a poluição humana é fatal,
Destroem com tanta dor e violência
A única coisa que temos ao nascer,
Inocência.
Mar de poesias
Era o final da manhã do dia 16 de novembro numa quarta-feira cinzenta, típica da cidade de São Paulo. Não podia passar de amanhã, pensei. Faltavam apenas dois dias para o evento.
Eu tinha concordado com a ideia do lançamento do meu primeiro e único livro de poesias, junto dos meus amigos e alunos, para a noite do dia 18 daquele mês. Na escola em que trabalho como professor de história haveria um concurso de poesias e crônicas escritas pelos alunos e, ao mesmo tempo, como parte da programação do evento literário articulado pelo bibliotecário local, o meu batismo no mar de poesias. Tudo programado: convites, um pequeno coquetel, a divulgação via Internet... Apesar da timidez que acompanha desde sempre, não poderia ventilar a ideia de faltar naquele evento. Minha ausência do trabalho já se estendia por cinco meses. Estava careca e inchado, porém não me importava com minha aparência. Apenas a vida me importava naquele momento.
Apesar de uma leve situação febril que me deixou deitado e indisposto na maior parte do dia anterior, acordei bem naquela quarta-feira. Por isso resolvi levar meu filho ao aeroporto de Congonhas, de onde embarcaria para o Rio Grande do Sul, estado no qual estuda cinema de animação. Ele viajou bem cedo, no início da manhã. Só voltaria a revê-lo apenas em meados de dezembro, após o término das aulas regulares. Já sentia saudade de sua presença adolescente e de sua leveza juvenil.
Depois disso, ainda tive forças para passar no laboratório do hospital e retirar alguns exames gerais solicitados pelo oncologista que acompanha o tratamento do meu linfoma. Ainda era bem cedo, entre 8h30min e 9h00min. Um desconforto abdominal e certa indisposição já me acompanhavam. Antes de dirigir-me à consulta marcada com a nutricionista especializada em pacientes com câncer resolvi passar em meu apartamento e fazer uma breve pausa, estratégica. Poderia ser um resquício daquela terça-feira cinzenta.
Não foi suficiente para minimizar o descontrole físico. Ainda assim, guiado por meu carro, fui ao encontro da nutricionista. Atendeu-me rapidamente. No decorrer da conversa, entre cardápios mais adequados para indivíduos com meu tipo de enfermidade e detalhes solicitados sobre as especificidades do tratamento, tive um súbito mal estar. Brusca queda da pressão arterial e uma sensação de que não aguentaria manter-me devidamente íntegro e sentado naquela cadeira. Fui imediatamente acomodado em uma maca para recuperar-me. Quando a enfermeira da clínica chegou para um pronto atendimento, já me sentia melhor e com os sinais razoavelmente recompostos. Prosseguimos com a consulta. A nutricionista finalizou suas orientações - as quais eu já não ouvia com atenção – e, além disso, sugeriu que me dirigisse ao Pronto Socorro do hospital no qual tratava do linfoma há pelo menos seis meses. Segundo ela, poderia ser alguma reação negativa à sessão de quimioterapia realizada há duas semanas.
Não segui sua orientação. Na esperança de que meu corpo reagisse sozinho aquele descontrole, sem auxílio médico e/ou medicamentoso, voltei para meu apartamento e resolvi deitar-me novamente.
Já recolhido no sofá da sala recebi um telefonema do meu amigo Murilo perguntando-me se poderia passar em casa para retirar os convites do lançamento do livro e distribuí-los para nossos colegas professores do colégio. Dissera-lhe que sim, porém o alertei que se não estivesse em casa deixaria os cinquenta convites na portaria do condomínio.
Nesse momento o termômetro já marcava 37,5º. Em menos de uma hora a temperatura do meu corpo atingira 38,2º. Não podia mais adiar, já havia passado da hora de deslocar-me para o Pronto Socorro. A orientação prévia do meu médico oncologista era bastante precisa: “com febre acima de 37,8º dirija-se imediatamente ao PS do hospital”.
Deixei os convites na portaria do prédio com o Sr. Isaac. Era meio dia quando cheguei ao hospital. Como de costume, passei pela triagem com a enfermeira e, em seguida, fui atendido pela Dra. Ana, médica plantonista. Soro, medicação, mais exames (sangue, urina, RX) e, naturalmente, muita espera e paciência.
Os resultados prontos e o diagnóstico mais indesejado. Dra. Ana foi direta e precisa: - Seu índice de neutrófilos está muito baixo, apenas 40. Com essa neutropenia precisaremos interná-lo para controlarmos a infecção e impedir que ela se alastre. Você ficará internado por pelo menos cinco dias.
Telefonei imediatamente para o Murilo. Por sorte ele ainda não havia retirado os convites na portaria. Um problema a menos. Solicitei, então, que me ajudasse a desmontar o evento de lançamento do livro. O fazedor de versos não resistira à febre.
É bem verdade que havia pensado em lançá-lo apenas no final do tratamento, em janeiro de 2012. Simbolizaria uma espécie de renascimento, de retomada do cotidiano e das coisas da vida. Porém, o bibliotecário do colégio entrou em contato comigo falando que seria perfeito se pudéssemos fazer o lançamento no dia do concurso de poesia e prosa organizado para os alunos do ensino médio. Acabei aceitando o convite e solicitei para a editora uma revisão nos prazos de entrega. A Adriana prometeu-me entregar os livros até, no máximo, o final da tarde do dia 18/11. Foi perfeito. Os prazos todos encaixados. Porém ninguém contava com o imponderável.
E a vida faz dos prazos o que bem deseja. Ela exige um eterno replanejamento e nos lembra constantemente que nem tudo acontece quando e como queremos ou desejamos. Hoje já é dia 22 de novembro. Estou nesse quarto de hospital há uma semana. Os livros não foram retirados na editora, os amigos foram desconvidados, os convites não foram entregues, os alunos devem ter lido suas poesias e crônicas, as melhores devem ter sido premiadas e eu ainda estou aqui, finalizando o controle da infecção com antibiótico intravenoso e escrevendo essa micro história.
Se tudo der certo - e a gente nunca sabe; só os “médicos sabem”; só a vida sabe; talvez só os deuses também saibam - devo retornar para casa amanhã. Repensar uma nova data e local para o lançamento e replanejar o tempo que me resta. Ainda há tempo para remontar o circo, ainda há tempo para brincar e sentir com as palavras, rir e chorar com as coisas da vida. Ainda haverá tempo de mergulhar, nem que seja uma única vez, no mar de poesias.
Mas eu tenho que seguir a vida, não é ?! então, sigo minha vida. Final de semana é dia de festa com os amigos .. você chega sozinha e a primeira coisa que eles perguntam é “cadê seu namorado ?” Eles sempre perguntam por você, em todo e qualquer lugar que eu esteja. Nos almoços em família, no shopping, na praça, na rua. Tem dias que eu acordo super de boa e escuto da minha avó a pior de todas as perguntas “cadê o seu amiguinho, não vai vir mais aqui?”. Pior é ter que responder. Você não vai voltar, e como eu digo isso a eles ?! “Ele não vem, e não, ele não ta trabalhando nem vai chegar depois. Ele não vai vir mais, entende ?! nunca mais. Não comigo...”. Hoje em uma daquelas festinhas eu percebi o quanto ainda sou um “quase” sem você ... enquanto todos riam e brincavam eu ficava calada esperando você pedir pra eu colocar sua comida, ou esperando uma brecha pra rir de umas das suas piadas idiotas e dizer o quanto você é idiota. Eu desejei te admirar por ser idiota. Mas ao meu lado, bem, não era você. E se hoje eu sinto a sua falta, é porque um dia você já esteve aqui... Descubro então que sofro de uma doença grave, que mata, tortura, e silenciosamente. Eu sofro de saudades, amor. E por mais que eu passe a semana sorrindo e fingindo não está morrendo por você não está aqui, eu ainda sinto, eu ainda morro e sim, eu ainda gosto e te quero de volta. Eu não te esqueci, eu não te superei. Eu me acostumei com a falta de você e larguei de mão o vicio que é sentir sua falta. Larguei a mania que eu tinha de falar sobre você pra todos, só pra te sentir mais perto. E sabe, mesmo que isso esteja acabando comigo por dentro “estamos felizes assim, pra quê mudar ...”
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