Filosofias de Vida
Quem nunca chorou por amor? Quem nunca sorriu pela dor? Experiente és se concordar com este pensamento.
Afastar‑se das coisas ruins é tão bom quanto juntar‑se às coisas boas, até porque quando você se afasta de coisas ruins, na verdade, está fazendo algo muito produtivo para sua evolução.
A gente passa por várias experiências durante a vida, quando possuímos muita experiência a gente têm histórias.
Não dês demasiada importância ao passado e deixa-te maravilhar com tudo aquilo que ainda não aconteceu na tua vida !
"Humanos precisam de humanos... Esta é a nossa essência, que tenhamos em abundância mais gentileza, generosidade, colaboração, empatia e amor ao próximo.
Pois é isso que precisamos... Precisamos ser mais Humanos."
Preciosos como a vida
Existe um entendimento do que seja humildade, algum tipo de pudor diante do mundo, que faz com que as pessoas vivam e se comportem como se fossem menos do que são. Como se soubessem menos do que sabem ou não tivessem os atributos e as habilidades que têm, encolhem-se, escondem-se, ou não percorrem o caminho que as levaria a se tornar o que deveriam ser. Ser o que você é, tornar-se o que deve ser, não ofende, não humilha, não menospreza. Não existe nenhuma razão para que você renuncie aos seus dons. Eles são preciosos como a vida e lhe foram dados para que a sua jornada no mundo seja possível e completa. Observe os animais na natureza: os tigres nunca são menos do que tigres. Eles existem e cumprem a sua jornada inteiros, com toda a sua exuberância. E o mundo é maravilhoso porque os tigres existem, e porque eles são tigres. O mundo é maravilhoso porque as abelhas existem e porque elas fabricam o mel. O mel é, em si, uma maravilha, e por não omiti-lo ao mundo é que as abelhas são abelhas e completam a sua jornada. Assim, os dons que lhe foram dados, e na proporção em que lhe foram dados, a força, a inteligência, a beleza, são, em si, maravilhas, e por não omiti-los ao mundo é que você se torna inteiro e cumpre a sua jornada.
A filosofia não vem do que a gente acha ou do que a gente vive,ela vem do que a gente sente e do que a gente transmite.
Talvez o que nos falte não seja força, mas coragem — coragem para continuar mesmo quando a estrada se desfaz diante dos pés. A vida, essa jornada imprevisível, exige fé no propósito, mesmo quando tudo ao redor se veste de sombras e resta apenas uma frágil lanterna a guiar os passos. E se até essa luz se apagar, caminhe assim mesmo. Porque há uma verdade silenciosa que poucos percebem: para cada noite de escuridão, existe um tempo inteiro de luz aguardando sua chegada. Basta seguir.
As pessoas que ficam presas nesta bolha, a bolha que seus pais a colocam para não deixar que elas tenham suas próprias opiniões sobre o mundo, apenas dizer sim ou não, não acrescentam nada para elas mesmas.
Somos programados para o bem e para o belo, e quando desviamos deste intento, condenamos a nós mesmos ao martírio, desequilíbrio e falta de paz interior.
Felicidade é estar em paz consigo mesmo é com todos. É, ter mais momentos bons que ruins, viver a vida de forma equilibrada e bem vivida.
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Aceitar-se como é e o que tem ou não. É saber aproveitar os bons momentos e superar os maus.
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Simples assim. É saber ganhar e saber perder. Avante e sempre! - Misael Malagoli
Bom é se expressar, mas ao falar, cuidado com suas palavras e opiniões, porque lançadas, não poderão ser recolhidas.
As decisões são individuais, nunca decida pelos outros.
O conceito de subjetividade, o “eu”, parece-nos certo e, principalmente, prático. O segundo realmente é, entretanto, podemos nos ilusionar ao afirmar que ele é correto. Ao considerar o “eu” como unidade pessoal e constante facilmente podemos notar sua incongruência com a realidade. Visto que a mesma é contante, transitória. Desta forma, em relação ao fluxo do tempo, não existe margem para considerar a existência de algo constante que nos identifique.
Em segunda instância, podemos notar que a percepção do “eu” pelos sentidos: visão, audição, tato, paladar não pode ser considerada. Visto que o conceito de um “eu” é a não transitoriedade, ou seja, ao apoiar a percepção do “eu” nos sentidos — que apenas captam experiencias em constante mudança– é uma contradição. Além disso, a própria percepção é alterada assim como o perceptível.
Portanto, não há sustentação lógica para uma definição pessoal? Não há justificativa para utilização de adjetivos pessoais para designar a pessoalidade? De forma alguma. Isso se justifica pela praticidade. Mas não somente. Podemos tomar uma linha de raciocínio paralela ao pensamento apresentado: tomando como base a transitoriedade, podemos definir o “eu” como o histórico de transições em ralação ao tempo. De maneira a relacionar todo o passado como consequência do presente, criamos uma linha que podemos nomear de “eu”, e a previsão baseada nesta linha de acontecimento passados, nomear-se-a de “vir a ser”.
Criamos assim, uma expectativa para o “eu”; não o “eu” ilusório baseado nos sentidos ou em percepções. Mas um “eu” histórico.
Em síntese, o “eu” é todo o histórico de mudanças e nuanças refletidas no presente, que cria nossas percepções constantes e reais. Não há um “eu” perceptível, pois como dito, nossas percepções não são aptas para tal definição. Portanto, o “eu” concerne à “sensação”, algo intrínseco e infundado pela percepção.
O histórico de inconstâncias: somos uma metamorfose ambulante.
