Filhos uma Decepção
*__Hoje rejeitam Deus como Pai.
Mas amanhã tentarão clamar como filhos.
E a porta da graça estará fechada.__*
*— Pr. Wellington Cleiton OF ▶️*
"Se os 'amigos' de Jó chamaram até ele e seus filhos mortos de pecadores, o que fariam os inimigos?"
Ouçam: o Halloween é uma celebração dedicada aos demônios. Por isso, protejam seus filhos hoje, para não chorarem amanhã por não terem tido cuidado.
"Sem temor a Deus e sem caráter, nenhuma aliança sobrevive. Pode haver filhos, dinheiro e status. A aliança ruirá do mesmo jeito."
Uma sociedade que não aprende com a própria história deixa como herança para seus filhos os mesmos sofrimentos outrora vivenciados.
437 🙏🌹Sabe...Fazendo uma reflexão sobre vocês meus filhos eu me sinto realizado como pai, a trajetória de vida abençoada, voltada para Deus, me faz feliz e realizado, onde o despertar divino aos poucos envolve o coração de todos e nos abraça dia após dia e a esperança renasce para um futuro de luz para todos, traz um novo caminhar em suas vidas numa revoada de luz e de paz, um bálsamo na família, o remédio de cura espiritual, onde o refazimemento se concretiza numa nova fase, um novo ser em suas vidas, tenho uma gratidão imensa à Deus por essa Dádiva divina, uma nova criatura, uma nova roupagem onde o velho se renova surgindo um ser iluminado em vocês, sinto isso em mim, é dadiva divina, é Deus trabalhando na vida de todos nós, na Renovação da família, onde nos alinhanhamos com a luz, busquemos sempre sob a luz do Senhor, ser melhor, ser luz, na vida uns dos outros emanar a paz, amor, caridade e perdão, uma nova criatura em cada um, em cada momento dessa jornada, mesmo com turbulências e momentos difíceis, tenhamos coragem e determinação, para prosseguir, a vitória virá com todo amor de Deus, transformando nossas vidas, como fez comigo mas vale a pena a luta, por todos...
Amemos sempre somos degraus uns dos outros, somos aprendizes da luz divina...🌹🙏 BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
Meus filhos,
A vida pede calma. Não queira colher hoje o que plantou ontem. Tudo tem seu tempo.
Não guarde mágoa. O perdão não é sobre o outro merecer, é sobre você ter paz.
Mantenha sua fé viva, do seu jeito. Seja na reza ou no silêncio, Deus é um só.
Quando doer, pode chorar. Sua lágrima também é uma oração.
Saiba que você não está sozinho. Eu estou aqui, atrás de você, te sustentando, te vendo e te ouvindo sempre.
Vá com fé e protegido.
Saravá.
(Palavras de um Preto Velho)
Antes de pôr pão e queijo na mesa, coloca teus filhos no altar de Deus. O pão sustenta o corpo, mas só Deus guarda a alma da corrupção do mundo.
O que eu sempre digo é que Deus é muito detalhista com carinho que faz aos filhos! Na hora e na maneira certa!
Talvez para seus filhos, se você os tiver. Talvez para netos. Com sorte, bisnetos. Depois disso, seu nome vira poeira genealógica. Um sobrenome esquecido em alguma árvore familiar que ninguém mais consulta. Um rosto que não aparece em nenhuma foto. Uma história que não foi contada porque já não fazia sentido para quem veio depois. Isso não é pessimismo. É estatística humana. A maioria absoluta das pessoas que já viveram não deixou rastro algum na memória coletiva. E você não é exceção só porque gostaria de ser.
A religião ensina tudo errado. Deus não se vinga de nenhum dos seus filhos pelo outro! Se fosse assim, teria vingado a morte de Abel e matado Caim! Ele ama todos por igual, e jamais faria maldade à nenhum, por mais coração de pedra que tenha. Porém, o livre árbitrio é o mal do mundo! Em todos nós, existe o bem e o mal. O que mais alimentar, esse reinará!! Deus quer sempre nos ver bem. Sempre.
QUANDO O ESTADO VIRA A COSTAS PARA FILHOS COM PAIS INSANOS
Alinny de Mello
Agradeço a cada um de vocês por acompanharem esta anatomia das relações mais densas da nossa existência. Antes de encerrarmos esta sequência de reflexões, reitero o convite para que conheçam a minha página no Pinterest. É lá que mantenho o acervo dos meus e-books e organizo os tópicos que debatemos aqui. Não deixem de acompanhar as atualizações semanalmente para que possamos continuar jogando luz sobre as engrenagens ocultas do comportamento humano.
O conceito de liberdade, quando forjado no interior de um ambiente de destruição sistemática, difere substancialmente da definição idílica dos dicionários. Para mim e para os meus irmãos, ser livre não significou a ausência de cicatrizes, mas a conquista da autonomia sobre os nossos próprios destinos. Nós vencemos os pesadelos, domamos os traumas e estabelecemos uma distância profilática do epicentro do caos. Sobrevivemos ao que chamo, sem qualquer receio de exagero analítico, de um holocausto familiar. Contudo, a independência factual não nos concede imunidade diplomática contra a insanidade alheia; a libertação está consolidada, mas a necessidade de vigilância permanece intacta.
É profundamente doloroso constatar que, mesmo após termos reconstruído as nossas vidas longe daquele perímetro, a proximidade daquelas duas figuras ainda represente uma ameaça latente. A dor não vem mais do chicote ou do facão mecânico, mas da certeza racional de que a perversidade e a loucura deles são forças dinâmicas, perfeitamente capazes de articular novas conspirações sob qualquer pretexto, a qualquer momento. Nós conhecemos a engenharia daquela aliança neurótica; sabemos que o ódio que partilham entre si é frequentemente canalizado na tentativa de nos destruir.
Essa vulnerabilidade é amplificada pela falência gritante das instituições que deveriam oferecer salvaguarda jurídica. Quando decidimos acolher e cuidar da nossa mãe no período mais agudo de sua degradação mental, fomos confrontados com o ápice do perigo: ela empunhou uma faca na calada da madrugada, tentando desferir golpes contra um dos meus irmãos. Diante da ameaça de morte iminente e concreta, buscamos o Estado. A resposta que recebemos na delegacia de polícia foi o silêncio burocrático e a negligência institucional. O delegado recusou-se a registrar o boletim de ocorrência, negou-se a lavrar uma simples nota, demonstrando a total incapacidade das autoridades de decodificar a violência quando ela se apresenta sob o manto da senilidade ou do transtorno psíquico. Ficamos por nossa conta, como sempre estivemos na infância.
É nesse vácuo de proteção oficial que opera a inversão mais perversa da nossa história. Diante da cegueira social e da inércia estatal, os papéis são magicamente trocados pelo senso comum: os verdugos históricos são promovidos a vítimas indefesas, enquanto os filhos, que sangraram na infância e estenderam a mão na velhice, são carimbados como os vilões frios e ingratos. Ninguém na vizinhança, na delegacia ou nos círculos sociais distantes se dá ao trabalho de compreender o contexto estrutural do nosso calvário. Desconhecem o peso do sal na carne viva, as madrugadas de tremor involuntário e a tentativa de homicídio no útero. Julgam a nossa legítima defesa utilizando a régua hipócrita de uma moralidade que nunca precisou ser testada em um porão de torturas.
Deixar este relato registrado não é um ato de apego ao passado, mas um documento de autodefesa e um manifesto de sobrevivência. Nós saímos daquela trincheira por mérito próprio, arrancando a nossa sanidade das garras de um sistema doméstico feito para nos aniquilar. Estamos livres da tirania diária, mas permanecemos atentos às fronteiras do nosso sossego. Se o mundo prefere comprar a narrativa vitimista de quem nos agrediu, que compre; a nossa verdade não necessita do aval de burocratas ou de espectadores casuais para permanecer irrefutável.
Como lidar com a constatação de que as estruturas do Estado são frequentemente analfabetas para ler a mecânica do abuso familiar? Até que ponto o preço da nossa paz definitiva exige que aceitemos o papel de vilões no teatro da ignorância alheia?
NEM TODA MÃE E NEM TODO PAI AMA SEUS FILHOS... ESSE É O MEU RELATO
MEU PAI FAZIA MUITAS ATROCIDADES, MAIS DO QUE IMAGINAM. COMIGO, COM MEUS IRMÃOS, E COM MINHA MÃE. PORÉM, ELA FUGIA, TINHA RECURSOS E SEMPRE VOLTAVA PARA ELE. SAÍ DE CASA AOS 16 ANOS, LEVANDO ELA E MEUS IRMÃOS. NUNCA MAIS VOLTEI, MAS ELA LEVOU MEUS 3 PEQUENOS IRMÃOS PARA O CALABOUÇO NOVAMENTE. MAIS DE 15 ANOS DEPOIS, ELA ENLOUQUECEU, CUIDAMOS DELA, E ADIVINHA? PAGOU ATÉ BANDIDOS PARA MATAR 2 DOS MEUS IRMÃOS, POR DINHEIRO. FEZ BO FALSO CONTRA ELE! E DEFENDE O CRÁPULA DO NOSSO PAI, ATÉ A MORTE. E, AINDA ESTÁ COM ELE HOJE. NOS AFASTAMOS DELES TOTALMENTE. NÃO JULGUEM ABANDONO DE FILHOS PELOS PAIS, CONHEÇAM PRIMEIRO O INÍCIO DE TUDO. ELA NOS ABANDONOU PRIMEIRO. NUNCA FOMOS AMADOS. ELES SÃO LOUCOS POR DINHEIRO, E ATÉ NOS MATA, SE NECESSÁRIO FOR!
QUANDO VOCÊS OBSERVAR IDOSOS ABANDONADOS E SOZINHOS, INVESTIGUEM O POR QUÊ, ANTES DE SENTIR PENA. NÃO OS ODEIO. SÓ QUERO DISTÂNCIA DELES.
Se uma pessoa usa a religião para controlar filhos, humilhar pessoas, impor casamentos, atacar animais ou julgar constantemente quem está ao redor, então existe uma pergunta que não precisa nem ser respondida por ninguém:
O que importa mais, parecer religiosa ou aprender a tratar os outros com dignidade?
Essa pergunta vale para qualquer pessoa, inclusive para nós.
NÃO CRIE SEUS FILHOS PARA PRECISAREM DE VOCÊ PARA SEMPRE
“Passei muitos anos querendo proteger meu filho de tudo que pudesse feri-lo. Até entender que meu verdadeiro dever não era impedir suas quedas, mas amá-lo de um jeito que, quando eu não estivesse mais aqui, ele ainda encontrasse forças para se levantar.”
— Goreth, personagem
Obra: The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
"Vejo filhos mimados e interesseiros que pretendem receber suas promessas (heranças) sem obedecer, tampouco ter intimidade com um diálogo com o Pai. "
─By Coelhinha
