Filhos Amados
A saúde tem muitos filhos: vitalidade, ânimo, força, garra, altivez e o rebento mais novo que jamais a abandonará... o arrependimento.
Não tive filhos
por dois motivos:
por falta de tempo
ou porque Deus
deve ter escrito
algo diferente
no meu destino.
Não desencorajo
quem quer ter,
porque tudo tem
a sua razão de ser.
Há quem lembre por
esta razão de Uadi,
e comece a comer Pequi
por crer talvez no Divino.
Só me lembro mesmo
é da Ciência por ser
o conjunto de tudo que
fez a gente chegar até aqui.
(É sobre orientação e respeito).
Não sou obrigada a nada,
você também não é,
somos filhos desta porção
austral continental,
Posso ser diferente,
e você também igualmente.
Não existe cultura igual
ou pior apenas diferente,
Ninguém é obrigado a gostar,
e tampouco ser exigente
espero que entendamos
isso daqui para frente
sob a sombra do Pau-Brasil.
Às vezes ter acesso
a alguma Cultura é para uns
questão de estímulo,
acesso próximo ou oportunidade
na vida simplesmente ao som
do Sabiá-laranjeira em liberdade.
[[[Sem capricho, feitiço ou maniqueismo]]].
Intensos filhos de Gaia,
e atrevidos no Olimpo,
Furtivamente colho o teu beijo,
doce não resisto;
Acaloradamente e terna provoco
o teu instinto...
Protegidos por Deméter,
travessamente no Olimpo,
A minha nuca coberta pelo teu beijo,
doce te excito;
Apaixonadamente estou em tuas mãos,
te mordisco.
Acompanhados por Perséfone,
vagarosos no Olimpo,
Os meus seios nas tuas mãos
são um punhado de trigo;
Sinfonicamente doce atingiremos o paraíso,
predestino.
As três deusas são por nós dois,
já somos de nós dois,
Somos mistérios revelados,
e ainda não consumados;
Eles hão de nunca serem suficientemente
descobertos.
Sob a proteção do Olimpo,
juntos somos apenas dois meninos,
Divertidamente nos seduzindo
como os astros seduzem a orbe,
No nosso Universo tudo é repleto
- nele tudo pode -
e nos sacode;
Somos duas oferendas no Olimpo,
e perfeitos Mistérios Eleusinos.
A viúva não tinha filhos. Sua fidelidade parecia moldada em ferro. Sem o marido há dez anos, trazia a bíblia gasta como única herança. O dízimo era sua prioridade absoluta. Apertava o orçamento da pensão mínima. Pulava refeições cotidianas. Mesmo assim, a igrejinha do bairro recebia suas notas amassadas pontualmente. Todo início de mês era igual.
Até que o corpo cansou. Uma pneumonia severa a acamou. Roubou-lhe as forças e a voz. Sem conseguir andar, a idosa olhou ao redor. Só encontrou o deserto absoluto. Nenhuma mulher do círculo de oração bateu à porta.
O único que estendeu a mão foi o vizinho ao lado. O jovem usava roupas coloridas. Tinha trejeitos que o líder usava como exemplo de erro no altar. Era alvo de sussurros maldosos na calçada do templo.
Nas primeiras semanas de cama, a senhora preocupou-se com a obrigação religiosa. Apontou com o dedo trêmulo para a caixinha de madeira. Ali guardava o dinheiro suado. Sem julgar, o rapaz pegou o envelope. Sabia da escassez da idosa. Tirou do próprio bolso o triplo daquele valor. Colocou tudo dentro do papel.
Ele foi até a igreja. Suportou os olhares de nojo da liderança no fundo do salão. Entregou a contribuição dela e saiu. Fez isso três vezes seguidas.
No quarto mês, o estado de saúde agravou-se. A mulher já não falava. Comunicava-se apenas pelo brilho marejado dos olhos. O rapaz percebeu a realidade. Notou que o sagrado não morava no gazofilácio daquele templo. Parou de enviar as notas.
Usou cada centavo para comprar os remédios caros. Comprou fraldas geriátricas e sopas batidas. O jovem limpava o suor da testa da senhora. Trocava seus lençóis com paciência. Segurava sua mão nas noites de febre alta.
Enquanto isso, o banco dela na igreja permanecia vazio. O silêncio da liderança era ensurdecedor. Nenhum clamor aconteceu. Nenhuma visita foi feita. Nenhum telefonema ocorreu. A ausência do envelope cancelara a existência daquela ovelha.
Meses depois, a viúva estava em lenta recuperação. O rapaz cruzou com o líder em uma avenida movimentada. O homem caminhava em seu terno bem cortado. Carregava uma pasta de couro luxuosa. Ao avistar o jovem, o religioso tentou desviar o caminho. O rapaz postou-se à sua frente.
O homem engoliu em seco. Tentou manter a pose formal. Disparou o jargão conhecido:
— A paz, rapaz. Como vai a nossa irmã? Estamos orando por ela. Ela sumiu. Até a tesouraria sentiu a falta dela.
O jovem não gritou. O tom de voz foi baixo e cortante. Parou o tempo ao redor:
— O senhor sentiu falta da contribuição. Nunca da mulher que a entregava. Há meses ela perdeu a voz. Há meses o prato dela é garantido por quem o senhor condena no altar. Enquanto o senhor preparava sermões sobre o amor, eu limpava a urina dela.
Ele respirou fundo e continuou:
— Enquanto suas ovelhas puras se afastavam com medo da doença, o rejeitado aqui alimentou a viúva que sua teologia descartou. O dízimo dela não foi cortado. Ele só mudou de endereço. Deus cansou de financiar o seu teto de gesso. Ele desceu para comprar remédios. Passe bem.
O homem permaneceu estático na calçada. Ficou com a boca semiaberta. Foi engolido pelo peso da própria insignificância. O rapaz deu as costas. Voltou para a casa simples. Ali o verdadeiro culto acontecia. No silêncio de um quarto que cheirava a desinfetante e amor puro.
Entenda uma coisa, muitas vezes vai ser você, sua esposa e seus filhos e isso basta!
Não porque o mundo seja pequeno, mas porque o essencial é grande.
Ali está o amor verdadeiro, o apoio diário e o motivo para seguir firme.
Nem todos vão entender suas escolhas, mas quem importa está ao seu lado.
Cuidar da família é vitória silenciosa, é força que não aparece, mas sustenta tudo.
Quando o resto faltar, isso continua de pé.
E então você percebe:
Sempre foi o suficiente!
É deveras surreal, a sociedade insistir em condenar as mulheres que não querem ter filhos, mas tolerar descaradamente os homens que mesmo tendo, escolhem não serem pais.
Pelos filhos separados de seus pais — pelas Agendas, pela Morte ou pela Rejeição — rezemos ao Senhor!
O sucesso sem Deus é o maior dos fracassos. Se os pais preparam os filhos para vencer no mercado, mas não para conhecer a Verdade, construíram sobre a areia. O diploma, o talento e a fama são efêmeros; a única âncora eterna na vida de alguém é o temor do Senhor.
Não se iluda: quem terceiriza os filhos para as escolas da Babilônia moderna não pode exigir deles o caráter do Reino de Deus. A Babilônia formata aquilo que a nossa omissão entrega. Quando eles voltarem para casa como autênticos babilônios, a culpa não será do império que os educou, mas dos pais que os abandonaram na porta do palácio.
Filhos
Somos pontes
entre eles e os céus.
Cuide com Amor e lei .
Isso basta e interessa!
Forme gente de bem ,
Isso vale a pena, e presta!
O resto a vida cuida
de completar a festa!
Os filhos...
Converse com eles
elogie o certo.
Chegue bem perto!
Corrige o que perverte!
Filho é dádiva,
empréstimo de Deus
Forme gente de bem.
Isso presta.
O resto a vida completa.
"Jesus entregou a própria vida para salvar os filhos adotivos de Deus, mesmo sabendo que seria traído."
"A cruz não foi o fim de Jesus, mas o início da esperança para os que seriam chamados filhos de Deus."
Os espíritos das trevas estão armados até os dentes, mas os filhos de Deus estão preparados até os ossos.
Ouçam, o Halloween é uma celebração dedicada aos demônios. Por isso, cuidem bem dos seus filhos hoje, para que amanhã vocês não tenham que chorar por não terem tomado cuidado.
*__Hoje rejeitam Deus como Pai.
Mas amanhã tentarão clamar como filhos.
E a porta da graça estará fechada.__*
*— Pr. Wellington Cleiton OF ▶️*
Para que os filhos sorriam, o bom pai chora; para que tenham alimento, ele trabalha; para que cresçam, ele se diminui; e, para que tenham saúde, muitas vezes ele adoece.
