Filhos
Filhos do Futuro
Carregam nos olhos
a luz que ainda não vi,
Sementes de um mundo
que insiste em nascer.
Em cada gesto, em cada riso,
há o que eu sonhei,
E o que eu não consegui,
talvez, vocês consigam.
Que aprendam com
o vento a suavidade
do tempo,
E com a chuva,
que às vezes tudo se renova.
Que saibam que o amor é força
e é abrigo,
E que perdoar é a ponte
que une corações.
Que encontrem caminhos
mesmo na sombra da dor,
E que nunca temam
a vastidão
de seus sonhos.
Pois cada passo,
mesmo incerto,
é história viva,
E cada escolha é música
que o mundo irá ouvir.
Filhos do futuro,
guardem a esperança,
Como quem segura
estrelas nas mãos.
Vocês são promessa,
raiz e asas,
O começo que transforma
o ontem em amanhã.
Em vez de comprarmos para nossos filhos tudo o que nunca tivemos, deveríamos ensiná-los todas as coisas que nunca nos ensinaram.
Intensos filhos de Gaia,
e atrevidos no Olimpo,
Furtivamente colho o teu beijo,
doce não resisto;
Acaloradamente e terna provoco
o teu instinto...
Protegidos por Deméter,
travessamente no Olimpo,
A minha nuca coberta pelo teu beijo,
doce te excito;
Apaixonadamente estou em tuas mãos,
te mordisco.
Acompanhados por Perséfone,
vagarosos no Olimpo,
Os meus seios nas tuas mãos
são um punhado de trigo;
Sinfonicamente doce atingiremos o paraíso,
predestino.
As três deusas são por nós dois,
já somos de nós dois,
Somos mistérios revelados,
e ainda não consumados;
Eles hão de nunca serem suficientemente
descobertos.
Sob a proteção do Olimpo,
juntos somos apenas dois meninos,
Divertidamente nos seduzindo
como os astros seduzem a orbe,
No nosso Universo tudo é repleto
- nele tudo pode -
e nos sacode;
Somos duas oferendas no Olimpo,
e perfeitos Mistérios Eleusinos.
Não sou obrigada a nada,
você também não é,
somos filhos desta porção
austral continental,
Posso ser diferente,
e você também igualmente.
Não existe cultura igual
ou pior apenas diferente,
Ninguém é obrigado a gostar,
e tampouco ser exigente
espero que entendamos
isso daqui para frente
sob a sombra do Pau-Brasil.
Às vezes ter acesso
a alguma Cultura é para uns
questão de estímulo,
acesso próximo ou oportunidade
na vida simplesmente ao som
do Sabiá-laranjeira em liberdade.
[[[Sem capricho, feitiço ou maniqueismo]]].
Filhos...
Ali no futuro...
Onde a porta da incerteza se abre, onde a única verdade que temos, é o que já vivemos.
Ali no futuro...
Onde os olhos que me vêem agora, poderão não ser vistos, onde a voz doce ou brava silenciar, onde clamar atenção virar solidão e tudo que restar forem memórias e vontades de coisas que não fiz... Doabraço que não dei, a risada que escondi, a foto que não tirei...
Quando procurar por mim com intenção de me dar tudo que precisei, pedi e desejei não me encontrará, pois com certeza parti pra nunca mais voltar.
Então não chore por que muito embora, não me tenha amado como sou, ou com o pouco que tenho, eu os amei, com um amor tão maior que eu, que me perdi de mim.
Talvez para seus filhos, se você os tiver. Talvez para netos. Com sorte, bisnetos. Depois disso, seu nome vira poeira genealógica. Um sobrenome esquecido em alguma árvore familiar que ninguém mais consulta. Um rosto que não aparece em nenhuma foto. Uma história que não foi contada porque já não fazia sentido para quem veio depois. Isso não é pessimismo. É estatística humana. A maioria absoluta das pessoas que já viveram não deixou rastro algum na memória coletiva. E você não é exceção só porque gostaria de ser.
QUANDO O ESTADO VIRA A COSTAS PARA FILHOS COM PAIS INSANOS
Alinny de Mello
Agradeço a cada um de vocês por acompanharem esta anatomia das relações mais densas da nossa existência. Antes de encerrarmos esta sequência de reflexões, reitero o convite para que conheçam a minha página no Pinterest. É lá que mantenho o acervo dos meus e-books e organizo os tópicos que debatemos aqui. Não deixem de acompanhar as atualizações semanalmente para que possamos continuar jogando luz sobre as engrenagens ocultas do comportamento humano.
O conceito de liberdade, quando forjado no interior de um ambiente de destruição sistemática, difere substancialmente da definição idílica dos dicionários. Para mim e para os meus irmãos, ser livre não significou a ausência de cicatrizes, mas a conquista da autonomia sobre os nossos próprios destinos. Nós vencemos os pesadelos, domamos os traumas e estabelecemos uma distância profilática do epicentro do caos. Sobrevivemos ao que chamo, sem qualquer receio de exagero analítico, de um holocausto familiar. Contudo, a independência factual não nos concede imunidade diplomática contra a insanidade alheia; a libertação está consolidada, mas a necessidade de vigilância permanece intacta.
É profundamente doloroso constatar que, mesmo após termos reconstruído as nossas vidas longe daquele perímetro, a proximidade daquelas duas figuras ainda represente uma ameaça latente. A dor não vem mais do chicote ou do facão mecânico, mas da certeza racional de que a perversidade e a loucura deles são forças dinâmicas, perfeitamente capazes de articular novas conspirações sob qualquer pretexto, a qualquer momento. Nós conhecemos a engenharia daquela aliança neurótica; sabemos que o ódio que partilham entre si é frequentemente canalizado na tentativa de nos destruir.
Essa vulnerabilidade é amplificada pela falência gritante das instituições que deveriam oferecer salvaguarda jurídica. Quando decidimos acolher e cuidar da nossa mãe no período mais agudo de sua degradação mental, fomos confrontados com o ápice do perigo: ela empunhou uma faca na calada da madrugada, tentando desferir golpes contra um dos meus irmãos. Diante da ameaça de morte iminente e concreta, buscamos o Estado. A resposta que recebemos na delegacia de polícia foi o silêncio burocrático e a negligência institucional. O delegado recusou-se a registrar o boletim de ocorrência, negou-se a lavrar uma simples nota, demonstrando a total incapacidade das autoridades de decodificar a violência quando ela se apresenta sob o manto da senilidade ou do transtorno psíquico. Ficamos por nossa conta, como sempre estivemos na infância.
É nesse vácuo de proteção oficial que opera a inversão mais perversa da nossa história. Diante da cegueira social e da inércia estatal, os papéis são magicamente trocados pelo senso comum: os verdugos históricos são promovidos a vítimas indefesas, enquanto os filhos, que sangraram na infância e estenderam a mão na velhice, são carimbados como os vilões frios e ingratos. Ninguém na vizinhança, na delegacia ou nos círculos sociais distantes se dá ao trabalho de compreender o contexto estrutural do nosso calvário. Desconhecem o peso do sal na carne viva, as madrugadas de tremor involuntário e a tentativa de homicídio no útero. Julgam a nossa legítima defesa utilizando a régua hipócrita de uma moralidade que nunca precisou ser testada em um porão de torturas.
Deixar este relato registrado não é um ato de apego ao passado, mas um documento de autodefesa e um manifesto de sobrevivência. Nós saímos daquela trincheira por mérito próprio, arrancando a nossa sanidade das garras de um sistema doméstico feito para nos aniquilar. Estamos livres da tirania diária, mas permanecemos atentos às fronteiras do nosso sossego. Se o mundo prefere comprar a narrativa vitimista de quem nos agrediu, que compre; a nossa verdade não necessita do aval de burocratas ou de espectadores casuais para permanecer irrefutável.
Como lidar com a constatação de que as estruturas do Estado são frequentemente analfabetas para ler a mecânica do abuso familiar? Até que ponto o preço da nossa paz definitiva exige que aceitemos o papel de vilões no teatro da ignorância alheia?
Guarulhos vê seus filhos decolando do aeroporto porque aqui, muitas vezes, o sucesso não encontra pista pra pousar — e quem sonha alto, acaba tendo que partir.
EduardoSantiago
É deveras surreal, a sociedade insistir em condenar as mulheres que não querem ter filhos, mas tolerar descaradamente os homens que mesmo tendo, escolhem não serem pais.
Pelos filhos separados de seus pais — pelas Agendas, pela Morte ou pela Rejeição — rezemos ao Senhor!
Tenho orgulho de ser Brasileiro e poder presenciar governantes, pais e mães preparando seus filhos para serem engenheiros, astronautas, desenvolvedores de software e criadores de hardware, embaixadores, etc...que orgulho de ver essas crianças usando o celular para estudar, para aprender vários idiomas, crianças educadas, que respeitam os outros, disciplinadas, nossa que orgulho, dá até para prever o futuro desse país, essas crianças serão conhecidas no mundo pelos seus feitos e descobertas. Andam bem vestidas que até são exemplos para designer de moda. Que orgulho. Nasci no país certo e Deus tem orgulho da sua criação.
Crônica
O Amor Que Muda de Endereço
Existe uma verdade sobre pais e filhos que raramente é dita em voz alta.
Eles se amam muito mais do que conseguem demonstrar.
Talvez porque o amor familiar não seja feito apenas de abraços e palavras bonitas. Muitas vezes ele vem disfarçado de preocupação, de cobrança, de conselhos que ninguém pediu e até de discussões que parecem não ter fim.
Quando somos crianças, enxergamos nossos pais como gigantes.
Eles sabem tudo.
Resolvem tudo.
Protegem de tudo.
Mas o tempo passa.
E os gigantes começam a parecer pessoas comuns.
Começamos a enxergar seus defeitos, suas limitações, seus erros e suas fraquezas.
É justamente aí que surgem os conflitos.
Os pais acreditam que os filhos ainda precisam de orientação.
Os filhos acreditam que já sabem caminhar sozinhos.
E entre uma opinião e outra, muitas palavras deixam de ser ditas.
O pai que queria dizer "tenho orgulho de você" acaba perguntando apenas se o trabalho está indo bem.
A mãe que desejava dizer "sinto sua falta" limita-se a perguntar se o filho está se alimentando direito.
E os filhos, por sua vez, também escondem sentimentos.
Querem agradecer.
Querem reconhecer.
Querem demonstrar carinho.
Mas imaginam que ainda haverá tempo.
E assim os anos passam.
As conversas tornam-se mais curtas.
Os encontros mais espaçados.
As responsabilidades mais numerosas.
A vida segue seu curso.
Como sempre segue.
Até que um dia acontece algo curioso.
Os filhos tornam-se pais.
E aquilo que antes parecia exagero começa a fazer sentido.
As noites mal dormidas.
As preocupações silenciosas.
Os medos escondidos.
Os conselhos insistentes.
Tudo ganha uma nova interpretação.
Pela primeira vez, eles conseguem enxergar o mundo pelos olhos de seus próprios pais.
Mas a vida ainda guarda outra surpresa.
Os netos.
Ah, os netos...
Eles chegam sem pedir licença e transformam novamente a dinâmica da família.
É como se abrissem uma janela que permaneceu fechada durante anos.
Aquele pai sério torna-se brincalhão.
Aquela mãe exigente transforma-se em uma avó paciente.
As regras ficam mais leves.
As broncas mais raras.
Os abraços mais demorados.
E os filhos observam tudo isso em silêncio.
Às vezes sorrindo.
Às vezes refletindo.
Às vezes sentindo uma pontada difícil de explicar.
Porque não é inveja.
Também não é mágoa.
É apenas a percepção de que aquele carinho tão espontâneo talvez tenha existido dentro dos pais o tempo inteiro, mas não encontrou espaço para ser demonstrado daquela forma.
Os avós, por sua vez, também mudaram.
A experiência ensinou que o tempo corre depressa.
Que as oportunidades não voltam.
Que algumas palavras deveriam ter sido ditas.
Que alguns abraços poderiam ter sido mais longos.
E sem perceber, acabam oferecendo aos netos aquilo que a vida lhes ensinou tarde demais.
Não porque amem mais os netos do que os filhos.
Mas porque aprenderam a amar de maneira diferente.
Os filhos observam.
Sentem.
Refletem.
E, no íntimo, compreendem mais do que dizem.
Porque a maturidade ensina algo importante:
Nem todos os vazios serão preenchidos.
Nem todas as explicações chegarão.
Nem todos os pedidos de desculpa serão feitos.
E está tudo bem.
A vida não é uma novela.
Não existem roteiristas escrevendo finais perfeitos.
Não há música tocando ao fundo quando percebemos nossos erros.
Não existe um capítulo seguinte para corrigir cada palavra mal colocada.
A vida real é mais simples.
E também mais dura.
Ela é feita de pessoas imperfeitas tentando acertar.
De pais que amam, mas nem sempre sabem demonstrar.
De filhos que sentem, mas nem sempre sabem falar.
De famílias que carregam cicatrizes e, ainda assim, continuam caminhando juntas.
Podemos passar a vida inteira nos torturando pelo que faltou.
Ou podemos compreender aquilo que existiu.
Porque, apesar dos conflitos, dos desencontros e dos silêncios, o amor sempre esteve lá.
Talvez escondido.
Talvez desajeitado.
Talvez tímido.
Mas presente.
E quando vemos nossos filhos correndo para os braços dos avós, percebemos uma das maiores lições da existência.
O amor não desaparece.
Ele apenas muda de forma.
Muda de linguagem.
Muda de endereço.
E continua seguindo seu caminho através das gerações.
Talvez não exatamente como gostaríamos.
Mas exatamente como a vida permite.
E, no final das contas, aprender a aceitar isso também é uma forma de amar.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
Um cego não vê as cores do arco-íris. Quem nunca teve filhos não compreende que, nesse jogo, o maior prêmio é poder participar.
"Não te preocupes com a ingratidão dos teus filhos. O amor verdadeiro não exige recompensa; continua sendo luz, mesmo quando aqueles que a recebem ainda não aprenderam a enxergá-la."
✝️ Os filhos da perdição vivem no pecado, mas os filhos da promessa da vida eterna experimentam uma vida piedosa. 👣
Fique firme pelos seus filhos, netos e o ser humano que morre por nada ter é nada sonhar.
Faça a diferença nem que seja para uma única pessoa.
Como disseram: "seja um canalha a menos".
29/06/2026
A viúva não tinha filhos. Sua fidelidade parecia moldada em ferro. Sem o marido há dez anos, trazia a bíblia gasta como única herança. O dízimo era sua prioridade absoluta. Apertava o orçamento da pensão mínima. Pulava refeições cotidianas. Mesmo assim, a igrejinha do bairro recebia suas notas amassadas pontualmente. Todo início de mês era igual.
Até que o corpo cansou. Uma pneumonia severa a acamou. Roubou-lhe as forças e a voz. Sem conseguir andar, a idosa olhou ao redor. Só encontrou o deserto absoluto. Nenhuma mulher do círculo de oração bateu à porta.
O único que estendeu a mão foi o vizinho ao lado. O jovem usava roupas coloridas. Tinha trejeitos que o líder usava como exemplo de erro no altar. Era alvo de sussurros maldosos na calçada do templo.
Nas primeiras semanas de cama, a senhora preocupou-se com a obrigação religiosa. Apontou com o dedo trêmulo para a caixinha de madeira. Ali guardava o dinheiro suado. Sem julgar, o rapaz pegou o envelope. Sabia da escassez da idosa. Tirou do próprio bolso o triplo daquele valor. Colocou tudo dentro do papel.
Ele foi até a igreja. Suportou os olhares de nojo da liderança no fundo do salão. Entregou a contribuição dela e saiu. Fez isso três vezes seguidas.
No quarto mês, o estado de saúde agravou-se. A mulher já não falava. Comunicava-se apenas pelo brilho marejado dos olhos. O rapaz percebeu a realidade. Notou que o sagrado não morava no gazofilácio daquele templo. Parou de enviar as notas.
Usou cada centavo para comprar os remédios caros. Comprou fraldas geriátricas e sopas batidas. O jovem limpava o suor da testa da senhora. Trocava seus lençóis com paciência. Segurava sua mão nas noites de febre alta.
Enquanto isso, o banco dela na igreja permanecia vazio. O silêncio da liderança era ensurdecedor. Nenhum clamor aconteceu. Nenhuma visita foi feita. Nenhum telefonema ocorreu. A ausência do envelope cancelara a existência daquela ovelha.
Meses depois, a viúva estava em lenta recuperação. O rapaz cruzou com o líder em uma avenida movimentada. O homem caminhava em seu terno bem cortado. Carregava uma pasta de couro luxuosa. Ao avistar o jovem, o religioso tentou desviar o caminho. O rapaz postou-se à sua frente.
O homem engoliu em seco. Tentou manter a pose formal. Disparou o jargão conhecido:
— A paz, rapaz. Como vai a nossa irmã? Estamos orando por ela. Ela sumiu. Até a tesouraria sentiu a falta dela.
O jovem não gritou. O tom de voz foi baixo e cortante. Parou o tempo ao redor:
— O senhor sentiu falta da contribuição. Nunca da mulher que a entregava. Há meses ela perdeu a voz. Há meses o prato dela é garantido por quem o senhor condena no altar. Enquanto o senhor preparava sermões sobre o amor, eu limpava a urina dela.
Ele respirou fundo e continuou:
— Enquanto suas ovelhas puras se afastavam com medo da doença, o rejeitado aqui alimentou a viúva que sua teologia descartou. O dízimo dela não foi cortado. Ele só mudou de endereço. Deus cansou de financiar o seu teto de gesso. Ele desceu para comprar remédios. Passe bem.
O homem permaneceu estático na calçada. Ficou com a boca semiaberta. Foi engolido pelo peso da própria insignificância. O rapaz deu as costas. Voltou para a casa simples. Ali o verdadeiro culto acontecia. No silêncio de um quarto que cheirava a desinfetante e amor puro.
Um dia me disseram:
Ninguém vai te querer com filhos;
Se continuar com essas atitudes, nunca irá dar certo com ninguém;
Você precisa ter mais postura, você é uma mulher;
Suas roupas são curtas demais pra uma mulher da sua idade;
Seu vocabulário não é de uma mulher decente.
Hoje eu digo:
Não procuro um pai para meus filhos;
Minhas atitudes é que fazem de mim a mulher que sou;
Sou feliz com minha postura, não uso máscaras, sou incrível e me amo por ser assim;
Minhas roupas não definem meu caráter, uso por que me sinto bem;
Sei bem onde, quando e como usar um vocabulário formal.
Se isso ainda te incomoda, o problema está mais em você, do que em mim. Custei pra me aceitar, paguei um preço muito alto pra caber em lugares que não me pertenciam, hoje estou e sou exatamente com sempre sonhei.
Hoje sou mulher.
Hoje me aceito.
Hoje sei o meu valor.
Hoje não preciso mais de aprovações, por que a única coisa que importa pra mim é a aprovação do meu eu...
Cris Souza 💕
Filhos
Somos pontes
entre eles e os céus.
Cuide com Amor e lei .
Isso basta e interessa!
Forme gente de bem ,
Isso vale a pena, e presta!
O resto a vida cuida
de completar a festa!
