Filho Lindo
Onde houver a bênção do verbo Ser e Estar do Presente do Indicativo, Jesus continua sendo o Filho de Deus como o sujeito principal da oração.
Trate a Deus como seu Patrão superior: Ele paga bem e já pagou com o sangue de Seu Filho na cruz para dar a recompensa que você tanto merece.
Se você reconhecer que só o Senhor é Deus e, Seu Filho Jesus, é seu Salvador e Redentor, então sua felicidade prevalecerá, sua casa será abençoada e sua vida será eterna.
Não temo o que ruge. Sou filho do silêncio que antecede o trovão. Eu tento apenas enxergar, no escuro, aquilo que me constitui, porque a noite já não me apaga nesse frio imensurável. Não peço abrigo ao mundo, pois sou feito da mesma matéria que o inaugura — sou, portanto, este mundo. Por isso, para mim, eliminar-se em nome da memória é apenas uma forma elegante de dizer que se suicidou.
No céu o DEUS todo poderoso
e seu Filho que é o Rei dos Reis...
No universo o sol a lua e as estrelas,
No oceano tubarão-baleia,
Na locução Danicrys Music,
Na história alguém me disse,
Que todo mundo faz nome em algum lugar,
Nas poesias on line o Pensador,
No coração o amor
e na Leitura Você Que Lê
versos gostosos de rimar!
Se você é filho de mãe solteira e não pode honrar seu pai por algum motivo, sempre honre a sua mãe para que tenha uma vida próspera e feliz.
Rio Itajaí-Açu
Do Rio Itajaí do Sul
e Rio Itajaí do Oeste,
és heroico filho,
Teu nome originário
segue preservado,
Meu Rio grande
do jaó de pedra,
que inspira e sacia
os lábios da poeta.
Meu Rio Itajaí-Açu
que és o rio total
da minha poética vida,
que no curso dele
tenho toda a poesia
para ser sentida,
e intensamente vivida.
Meu Rio grande
do jaó de pedra,
Com o teu romance
torna esta terra
viva e verdejante,
És merecedor infinito
de ser retribuído
por todo o amor
nas correntes que tu
escreves o destino.
Filho meu, não pare de adorar
Filho meu, Eu vou te enviar
As nações vão ouvir Minha Voz
Através do fluir do Meu Louvor em ti. Deus
Filho Amado, Hoje Eu Te Curo, Hoje Eu Te Restauro
Tu és Meu Filho Amado
Te Pego em Meus Braços, Vem Com Teu Pai.
Toda vez que um pai poupa o filho da responsabilidade, a vida deixa de cobrar a prestação e passa a cobrar a alma: o conforto de hoje fabrica o dependente de amanhã. Quem faz tudo pelo filho, no fim, impede que o filho aprenda a fazer qualquer coisa por si mesmo.
A pior herança não é deixar o filho sem dinheiro; é deixá-lo sem caráter para sobreviver sem ele. Pais que poupam os filhos da dor, do esforço e das consequências não criam pessoas fortes, apenas adultos grandes demais para a própria infância. A superproteção não educa: eterniza a dependência.
Poupar um filho da vida é condená-lo a viver sem si mesmo. Toda dificuldade que os pais sequestram da infância reaparece na vida adulta com juros de caráter: transforma limites em ofensa, responsabilidade em opressão, frustração em revolta e amor em chantagem. Quem protege do peso da existência não fortalece os ombros; atrofia a consciência. No fim, não cria filhos — fabrica adultos incapazes de carregar a própria história, sempre à procura de alguém que suporte o peso que nunca aprenderam a sustentar.
Todo parasita morre quando o hospedeiro desaparece. O filho educado para depender, porém, continua vivo carregando uma fome que ninguém mais consegue alimentar. Pais que poupam os filhos do esforço, das consequências e da responsabilidade não lhes entregam amor; sequestram-lhes a autonomia. Criam adultos que confundem afeto com sustento, direitos com privilégios e maturidade com idade. Quem protege demais não prepara para a vida: prepara para o colapso inevitável quando já não houver quem carregue o peso que nunca os deixou aprender a suportar.
Quem cria um filho para depender de si não prolonga o amor; prolonga a infância. E toda infância que sobrevive ao tempo acaba se transformando em uma velhice sem autonomia.
Não há ato mais irresponsável do que transformar um filho em um eterno dependente e chamar isso de amor. Amor que poupa da disciplina não ama; enfraquece. Amor que livra das consequências não protege; incapacita. Amor que compra silêncio, evita conflitos e remove cada obstáculo não educa; domestica para a dependência. Pais assim não criam homens e mulheres livres, mas adultos que esperam ser sustentados financeiramente, emocionalmente e moralmente por alguém. Quando os pais já não estiverem presentes, esses filhos descobrirão, da forma mais cruel, que ninguém herda competência, caráter, responsabilidade ou maturidade. Tudo aquilo de que foram poupados na infância a vida cobrará na idade adulta, com uma diferença devastadora: a infância admite desculpas; a realidade, não. Educar não é facilitar a vida dos filhos. É impedir que eles se tornem incapazes de viver sem os pais. Quem não compreende essa diferença pode deixar patrimônio, imóveis e dinheiro, mas terá falhado na única herança que realmente importa: formar um ser humano capaz de permanecer de pé quando não houver mais nenhuma mão para segurá-lo.
